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Onda de ódio na Fórmula 1: Kika Cerqueira Gomes ‘leva por tabela’ após polémica com Pierre Gasly

Kika Cerqueira Gomes 'leva por tabela' no meio de guerra entre Pierre Gasly e colega de equipa

O piloto francês quebrou o silêncio e demonstrou a sua indignação com a dimensão dos ataques dirigidos à sua família e à namorada.

O Grande Prémio de Madrid de Fórmula 1, disputado no passado dia 13 de setembro, terminou com o triunfo do italiano Kimi Antonelli, mas as atenções rapidamente se viraram para o clima de grande tensão vivido na equipa da Alpine. No centro da controvérsia esteve Pierre Gasly, namorado de Kika Cerqueira Gomes, e o seu colega de equipa, Franco Colapinto, num episódio que acabou por transbordar das pistas para as redes sociais.

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Durante a corrida, o piloto francês apresentava um ritmo mais lento do que o argentino, mas a equipa optou por não dar qualquer indicação para que houvesse uma troca de posições.

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Embora Colapinto tenha conseguido terminar a prova num honroso sétimo lugar – com Gasly a ficar-se pela 12.ª posição -, o sul-americano não escondeu a sua frustração e manifestou o seu desagrado através do rádio com a box.

A situação inflamou os ânimos dos adeptos argentinos, que rapidamente invadiram as plataformas digitais para lançar insultos e ameaças não só ao piloto francês, mas também à sua família e à namorada, Kika Cerqueira Gomes, que acabou por ser atingida por esta onda de ódio.

Perante a gravidade dos ataques, Pierre Gasly decidiu intervir e condenar o comportamento dos internautas em declarações à publicação especializada The Race. “Considero isto um pouco preocupante para o nosso desporto. Sou um atleta de alto nível, sei que estou sob o olhar do público, mas a magnitude das ameaças e dos ataques parece-me completamente inaceitável, especialmente quando afeta os meus familiares, a minha namorada”, lamentou o piloto de 30 anos.

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O francês apelou ao bom senso dos adeptos e sublinhou que a rivalidade desportiva não pode justificar o assédio online. “Podemos ser apreciados ou não, é perfeitamente normal. Mas há uma determinada linha que não deve ser ultrapassada só porque estamos atrás de um ecrã e de um teclado, e essas linhas são ultrapassadas demasiadas vezes”, concluiu, deixando um apelo ao respeito no mundo do desporto motorizado.

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