O jovem foi encontrado sem vida num centro de recuperação e o círculo próximo pede que a atuação clínica seja levada à justiça.
A morte repentina de Presley Gerber, aos 27 anos, no passado domingo, dentro de uma clínica de reabilitação, continua envolta em forte controvérsia e revolta por parte de quem lhe era mais próximo. Embora os resultados finais da autópsia ainda não tenham esclarecido na totalidade a causa oficial do falecimento, o círculo de amigos do filho de Cindy Crawford revelou ao portal TMZ que o médico responsável pelo seu acompanhamento na instituição lhe prescreveu quetamina, precisamente o fármaco com o qual o jovem lutava contra o vício.
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De acordo com as informações apuradas pela imprensa norte-americana, o clínico tinha conhecimento prévio do histórico de dependência do modelo em relação a este anestésico com propriedades dissociativas e analgésicas – por vezes utilizado em tratamentos específicos para adições. Perante a decisão do especialista em autorizar a toma da substância, os amigos do jovem defendem que o profissional deve ser processado judicialmente pela negligência cometida nas instalações de recuperação.
Nos últimos tempos, o filho da supermodelo vinha a recorrer a abordagens terapêuticas alternativas para combater os problemas de saúde mental e o abuso de químicos. As autoridades policiais estão a investigar todas as circunstâncias associadas à ocorrência, motivadas pelos relatos das últimas testemunhas que estiveram com o jovem no centro clínico, as quais garantem que este apresentava sinais evidentes de estar sob a influência de estupefacientes momentos antes de falecer.
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Nascido no estado da Califórnia em 1999, Presley Gerber ingressou no mundo da moda aos 15 anos, tendo protagonizado campanhas de destaque para insígnias internacionais de renome como Dolce & Gabbana, Calvin Klein e Pepsi.
Ciente das suas próprias vulnerabilidades e do combate pessoal que travava, o jovem chegou a expressar publicamente o desejo de apoiar quem atravessasse dificuldades idênticas, declarando na altura que estaria ao lado de qualquer um, “quer estejam deprimidos ou a lidar com alguma coisa que está a afetar o vosso corpo, não julgo ninguém”.