A presença de Inês Gama na final do Secret Story 9 continua a levantar suspeitas e a gerar revolta entre ex-concorrentes e comentadores.
Depois de Adriano Silva Martins ter insinuado que o namorado da concorrente estaria a “comprar” a final, foi a vez de Sandro Fernandes apresentar números concretos sobre o que considera ser uma distorção do jogo.
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Sem rodeios, o ex-concorrente recorreu às redes sociais para explicar o “milagre” da salvação de Inês, garantindo que o seu lugar no pódio foi conquistado à custa da carteira e não do mérito.
Sandro Fernandes foi específico na sua acusação, detalhando a forma como os votos terão sido angariados através da aplicação oficial do programa. “O mérito da Inês finalista chama-se ‘56 packs família’ na app carregados a nível pessoal”, escreveu, referindo-se aos pacotes de voto pagos mais caros disponíveis na plataforma.
Para Sandro, há um equívoco na perceção do público geral. O ex-concorrente defende que Pedro Jorge e Leandro (o expulso) tinham mais apoio popular real, mas que não puderam competir com o poderio financeiro da “team” de Inês.
“Para quem desconhece, acha que ela tem mais pessoas a votar nela do que o Pedro e Leandro. [São] Investimentos milionários”, rematou Sandro, sugerindo que a vitória financeira se sobrepôs à vontade da maioria dos telespectadores.
Esta declaração vem dar força às teorias de que Inês beneficia de um forte investimento externo, reacendendo o debate sobre a justiça do sistema de voto pago em reality shows.