Sérgio Duarte revela bastidores da reconciliação com Catarina Miranda
"É aquela amiga quase família": Sérgio Duarte esclarece entendimento com Catarina Miranda
O ex-concorrente do «Big Brother 2024» detalhou os motivos que ditaram o reencontro com a ribatejana e o regresso do contacto com as suas filhas.
O fim do namoro de sete meses com Afonso Leitão marcou uma nova fase na vida de Catarina Miranda, que aproveitou o momento para restabelecer os laços com Sérgio Duarte. Afastados desde outubro de 2025 devido a divergências no âmbito profissional, os antigos companheiros de casa no reality show, colocaram os pontos nos is, permitindo também que a jovem voltasse a conviver de perto com as duas filhas do amigo.
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Em declarações concedidas à revista TV 7 Dias, Sérgio Duarte esclareceu os contornos desta reaproximação e assumiu que o entendimento surgiu com naturalidade: “A palavra certa, se calhar, é fazer as pazes, mas na verdade voltou tudo ao normal. Zangas, desavenças e opiniões diferentes todos temos, e todos erramos. Não vale a pena estar a chutar culpas e eu não tenho problemas nenhuns em assumi-las. Foi ela que enviou uma mensagem. Nós já tínhamos estado para enviar antes, mas achámos que não era o momento porque ela estava a passar por duas fases importantes, uma emocional, menos boa, e outra profissional, melhor“.
O ex-concorrente da TVI admitiu que existiu prudência antes do passo definitivo, receando interpretações erradas por parte do público: “Chegámos a escrever mensagens e a gravar um vídeo para lhe enviar, que depois lhe mostrámos, mas neste meio acabamos por ser muito cautelosos. Não queríamos que as pessoas pensassem que nos estávamos a aproveitar de um momento bom ou mau dela. Por isso, quando ela tomou a iniciativa, foi ouro sobre azul. A nossa estima por ela manteve-se intacta e a nossa porta esteve sempre aberta“.
Sérgio fez ainda questão de enaltecer o lugar especial que Catarina ocupa na sua rotina familiar, desvalorizando o hiato na relação: “Fez e faz parte do nosso núcleo próximo, é aquela amiga quase família, do dia a dia. Precisámos daquele nosso espaço, como acontece com outras amizades ou família, e o tempo é o melhor remédio“.
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O primeiro contacto partiu da própria ribatejana, motivada pela ligação afetiva às crianças da casa: “Era a perguntar se estava tudo bem e se podíamos combinar alguma coisa, porque tinha saudades das meninas e queria estar com elas (…) Ela até perguntou se as meninas ainda se lembravam dela (…) Nós dissemos que ‘claro que sim’. Quando elas perguntavam porque é que ela não vinha a nossa casa, explicávamos que estava a trabalhar, mas que depois vinha“.
Com o relacionamento restabelecido, Sérgio Duarte garantiu que o respeito mútuo nunca esteve ameaçado durante os meses de silêncio: “A imagem dela nunca foi posta em causa na minha casa ou em qualquer mesa onde me sentasse, e com ela foi igual. Percebemos que a amizade e a presença dela nas nossas vidas é muito mais importante do que qualquer mal-entendido“.