Na emissão do programa matinal da SIC, o apresentador partilhou um momento de grande tensão vivido com agentes locais na capital tailandesa.
Na emissão desta sexta-feira de «Casa Feliz», na SIC, João Baião partilhou com Diana Chaves e os comentadores David Motta, Sofia Jardim, Sara Avelar, Zulmira Garrido e Hugo Mendes as peripécias das suas recentes férias no continente asiático.
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Entre o deslumbre com a arquitetura e os templos tradicionais de Bangkok, o apresentdor revelou ter passado por um momento de grande aflição na via pública com as autoridades policiais tailandesas.
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O comunicador recordou o caso da psicóloga portuguesa recentemente detida no estrangeiro e contextualizou as leis rígidas vigentes no território: “Tive lá um pequeno susto e lembrou-me logo daquela nossa psicóloga (…) Mas neste caso são uma das coisas mais domésticas, que é o tabaco aquecido (…) E em Singapura é completamente proibido. E em Bangkok também. Mas em Bangkok eu vi algumas pessoas à porta dos hotéis fumar aquelas coisas, os vaporistas, chamadas canetas. E um dos amigos que estava comigo fumava, passando a publicidade, o tabaco aquecido. Pronto, mas estava tudo calmo e à noite íamos na rua e ele ia a fumar. E de repente somos abordados por dois polícias“.
Perante a abordagem repentina, o receio de ser levado pelas autoridades instalou-se de imediato no grupo: “Eu vi ali o caso muito mal parado, que eles queriam levar-nos para a esquadra. Queriam mesmo! Nós não sabíamos nada sobre isso“.
A barreira linguística complicou o esclarecimento no momento da interpelação: “O não conhecimento da lei não desculpa depois. E aquilo foi porque ainda por cima eles não dominam bem o inglês. Nem eu, mas pronto. Mas para comunicar com eles é muito difícil. E então era com… agora felizmente existe o ChatGPT. ‘Isto é um cigarro aquecido, não tem mal nenhum.’ E ele: ‘nananananaana’. A abordagem é muito ríspida“.
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O rosto das manhãs da estação de Paço de Arcos descreveu a insistência dos agentes e o receio da repercussão pública em solo nacional: “Foi ali conversa e mais conversa e eles: ‘Temos que ir para a esquadra, temos que ir para a esquadra.’ E eu pensei, bem, eu se supõe-me do regime, mas eu vou com eles. Isto é notícia em Portugal“.
João Baião frisou ainda que os agentes “não facilitam nada”, mesmo perante cidadãos estrangeiros.
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