Teresa Guilherme recorda bastidores com Cristina Ferreira e recebe aplauso de comentadora
Apresentadora é elogiada após lançar críticas a Cristina Ferreira em videocast
A veterana da televisão abordou a pressão que sentiu por parte da diretora da TVI durante a sua última passagem pelo “Big Brother”.
Teresa Guilherme esteve recentemente no videocast “The Leite Show”, apresentado por Flávio Furtado, e as suas declarações sobre Cristina Ferreira estão a dar que falar. A apresentadora recordou a experiência de trabalho com a atual Diretora de Entretenimento e Ficção da TVI e o seu testemunho mereceu o aplauso público de Filipa Torrinha Nunes.
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Durante a conversa com Flávio Furtado, a veterana fez questão de salvaguardar a competência da apresentadora da TVI na liderança da estação. “Ela não foi uma má diretora no geral”, sublinhou. Contudo, não escondeu o mal-estar sentido nos bastidores da última edição do “Big Brother” que conduziu. “Para mim, não foi fantástico, porque era muita pressão. Era muita exigência, no sentido de vamos fazer um programa assim, não, não era assim. Era o confronto. Eu senti naquela altura que o programa se estava a estragar“, explicou.
Teresa Guilherme detalhou os entraves que encontrou no exercício das suas funções. “Quando a Cristina me chamou, que foi ela que me chamou para ir apresentar este último Big Brother que eu fiz, sabe-se lá porquê… O que aconteceu é que chamou-me, mas depois não me deixou fazer“, apontou, exemplificando de seguida: “Não me deixou ter confessionários, era só contrariedades e de uma forma muito agressiva. Agressiva no verbal, agressiva de ‘não, isso já não se faz assim, não, isso não sei o quê’. Ou seja, era desmoralizante“.
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As palavras de Teresa Guilherme foram analisadas no programa “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, onde Filipa Torrinha Nunes fez questão de elogiar a coragem da comunicadora. “Eu acho alguma piada quando as pessoas furam a bolhinha da hegemonia, ou seja, sinto que muitas vezes, quem está em um lugar de poder, há quase por parte das pessoas um prestar vassalagem ou baixar a cabeça, nós não podemos discordar da pessoa x, senão somos despedidos, não podemos dizer ‘mal’, de forma construtiva, da pessoa y senão nunca mais estamos na televisão“, defendeu a comentadora.
Filipa Torrinha Nunes destacou a relevância de se falar abertamente sobre o que se passa atrás das câmaras. “Eu gosto que a Teresa Guilherme, que me parece aqui educada, sensata, a dizer aquilo que ela pensa. Posso discordar dela, não faço ideia se aconteceu, se não são coisas de bastidores. Mas gosto que haja espaço para nós dizermos que alguém que manda não esteve tão bem, coisa que muitas vezes não acontece. Eu acho importante isto acontecer“, concluiu.
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