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Zulmira Garrido discorda de defesa de Maya em caso ligado ao Elefante Branco: “Soube a pouco”

Caso Elefante Branco: Zulmira Garrido condena atitude de Maya e divide opiniões na SIC Caras

Enquanto Sara Norte saiu em defesa da antiga relações-públicas, Zulmira Garrido considerou escusada a menção pública ao nome de Paula Nabais.

As notícias recentes que dão conta do alegado envolvimento do nome de Maya numa escuta judicial, no âmbito de um processo que investiga exploração sexual associado ao clube noturno Elefante Branco, chegaram ao painel de comentadores do «Passadeira Vermelha», transmitido pela SIC e SIC Caras. O debate em estúdio colocou em evidência pontos de vista distintos entre as comentadoras, sobressaindo a posição crítica de Zulmira Garrido quanto às explicações públicas da taróloga.

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Ao contrário de Sara Norte, que fez questão de apoiar a apresentadora dao «Noite Das Estralas» na CMTV ao lembrar o seu percurso como “a maior RP deste país“, a antiga companheira de Jesualdo Ferreira manifestou desconforto com a estratégia adotada pela visada para se defender das suspeitas. Sem entrar no mérito das investigações que correm na justiça, a comentadora apontou falhas à resposta mediática da comunicadora.

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Eu não gostei da explicação e da justificação que ela deu, não gostei. Acho que soube a pouco. E depois fez uma coisa que eu na Maya não esperava, expôs logo ali a amiga — a Paula Nabais. Era completamente escusado“, afirmou Zulmira Garrido durante a emissão televisiva.

A reação surge na sequência da entrevista concedida por Maya no «Grande Jornal da Tarde», na CMTV, conduzida pela jornalista Mariana Águas, onde procurou desmistificar a interceção telefónica em que surge a abordar Luís Torres, proprietário do espaço noturno, para facultar uma acompanhante a um jantar. Nessa ocasião, a apresentadora detalhou a sua versão dos factos e revelou a identidade da terceira pessoa envolvida no contacto telefónico.

Tudo isto é um telefonema pontual que eu faço a Luís Torres a pedido de uma amiga, de facto, para que atendesse o telefone e que falasse com ela porque tinha um amigo que queria ir ao Elefante Branco jantar e ter companhia“, sustentou Maya, acrescentando que a sua ligação ao empresário e ao estabelecimento se resumiu a serviços pontuais prestados pela sua agência na divulgação e assessoria de imprensa aquando da reabertura do local.

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