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A reviravolta no casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez

O painel do "V+ Fama" revelou novos detalhes sobre a boda mais aguardada dos últimos anos. António Leal e Silva assegura que não há qualquer reserva de igreja ou hotéis na Madeira e aponta o desafio de escolher os convidados.

O tão aguardado casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez voltou a estar no centro do debate no programa “V+ Fama”.

O pretexto foi a recente capa da revista Nova Gente, que apontava a histórica Sé do Funchal, bem no centro da Madeira, como o palco escolhido para a cerimónia. No entanto, os comentadores do formato rapidamente desmentiram a informação e trouxeram novos dados a público.

Logo a abrir a conversa, Cláudia Jacques revelou que a data do enlace sofreu alterações. “Estava combinado que seria a seguir ao Mundial (…) Mas, afinal, parece que já não vai ser este ano. Parece que vai ser adiado para o próximo ano. Portanto, será o casamento de 2027”, explicou a comentadora.

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A possibilidade de a boda acontecer na ilha da Madeira também foi categoricamente descartada por António Leal e Silva. Recorrendo a fontes seguras, o comentador foi perentório: “A informação que eu recebi (…) é que realmente o casamento não se vai realizar este ano e que não vai ser na Madeira. (…) Não há nada que indique, não há nenhum pedido, não há nada. Não há reservas de coisa nenhuma.”

A informação foi corroborada por Adriano Silva Martins, que revelou ter falado com o próprio jornalista autor do artigo da Nova Gente. Após contactos com os hotéis mais emblemáticos da região, confirmou-se que não existe qualquer reserva para os próximos meses, o que levou António Leal e Silva a rematar com convicção: “Está ocupada a reserva de hotéis, eu te posso garantir que não há reserva de igreja.”

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A conversa derivou depois para o estilo da cerimónia. Cláudia Jacques recordou o pedido de casamento simples, com as crianças a dormir, para justificar que Georgina “é uma pessoa muito simples, que raramente se expõe (…) Gosta de coisas simples” e que deverá preferir uma festa reservada.

Contudo, Guilherme Castelo Branco notou a dificuldade logística de um evento desta magnitude para o “homem mais famoso do mundo”.Se realmente a Georgina prefere que este tipo de festa seja uma coisa mais íntima (…) se começamos a pôr amigos, aquilo é tanta envolvência (…) vai haver muita gente. Então tem que se restringir a um núcleo muito pequenino”, sublinhou, admitindo que o casal poderá fechar-se num círculo restrito para garantir sigilo.

O painel especulou ainda sobre localizações alternativas, com Espanha a surgir na equação. Num tom bem-humorado, António Leal e Silva chegou a sugerir, e rapidamente a descartar, o monumental (mas controverso) Vale dos Caídos, antes de brincar com a derradeira solução para a discrição total: “Sabe o que é que eles fazem? Iam às oito da manhã ao registo, casavam-se, e depois iam almoçar n’O Madeirense (…) E ainda ficavam na calhandrice!”

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