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“Acho a campanha horrorosa porque é vulgar”: António Leal e Silva não poupa Agir e Sydney Sweeney

"Isto já foi usado pelos americanos há 50 anos": António Leal e Silva arrasa novo videoclipe de Agir

O comentador considerou o projeto visual do cantor antiquado e criticou a estética das campanhas que recorrem à nudez desprovida de elegância.

As escolhas artísticas de Agir no videoclipe de «Rolê» e as recentes opções publicitárias de Sydney Sweeney receberam uma apreciação cáustica por parte de António Leal e Silva. O comentador não escondeu o seu desagrado com aquilo que classificou como uma falta de bom gosto e um conceito visual completamente fora de época.

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Ao avaliar a produção do artista português, António Leal e Silva lamentou o atraso criativo que, na sua ótica, ainda persiste em certas obras nacionais. “Faz-me impressão artistas chegarem às coisas 50 anos depois, porque já nem os rappers americanos utilizam este tipo de imagens (…) Em Portugal as pessoas descobrem 50 anos depois. Estranha é que este homem, que é uma pessoa atual, entre neste filme (…) Isto já está ultrapassado, filho, já foi, já era, já ninguém faz. É um revivalismo que não acho que tenha muito interesse“, criticou.

A mesma linha de rigor estético foi aplicada à campanha desportiva da atriz norte-americana, que o comentador considerou desprovida de classe. “O que eu aqui censuro não tem a ver com sexualidade, nem tem a ver com empoderamento, tem a ver com estética. Eu acho a campanha horrorosa, porque é vulgar. Eu acho que não há nada mais bonito que a nudez. Acho que o corpo humano é maravilhoso (…) mas as fotografias vulgares, meter uma raquete aqui nos regos e andar ali com… não gostei“, descreveu.

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Do lado oposto, Isabel Figueira demarcou-se das condenações morais e sublinhou que, independentemente do gosto individual de quem assiste, a gestão da anatomia compete a cada pessoa. “A mulher tem que ter liberdade para fazer aquilo que quer e bem lhe apetece e promover da maneira como quer. Se eu gosto ou não de ver como mulher, não gosto, prefiro ver outro tipo de campanhas (…) Fico aqui um bocadinho no limbo daquilo que é, poder pode, mas se eu gosto de ver, não“, sustentou a comentadora, garantindo que o impacto comercial atingiu plenamente a meta traçada.

 

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