Adeus, Anderson? Pamela quer mudar de nome e recuperar a identidade do avô finlandês
Pamela Anderson revelou que quer mudar de nome para 'Pamela Hyytiäinen' em homenagem ao avô finlandês. A atriz diz que a impedem de o fazer, mas procura uma nova evolução.
Pamela Anderson, um dos nomes mais reconhecíveis da cultura pop global, está a considerar uma mudança radical que vai muito além da estética.
Numa entrevista recente à Vogue Scandinavia, a estrela de ‘Onde é que Pára a Polícia’ abriu o coração sobre o seu desejo crescente de abraçar as suas raízes finlandesas, admitindo que gostaria de adotar o apelido da família.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
“Às vezes não quero ser Pamela Anderson. Quero ser Pamela Hyytiäinen”, revelou a atriz, confessando, no entanto, que existem barreiras comerciais a esse desejo, “Gostaria de mudar o meu nome, mas não me deixam”, lamentou, numa provável referência à força da marca pessoal que construiu ao longo de décadas.
A mudança significaria partilhar o nome com o seu avô finlandês, Herman Hyytiäinen, uma figura que Pamela descreve com enorme ternura. Lenhador e poeta, Herman partilhava com a neta a paixão pela criatividade, “Ele foi a pessoa mais próxima de mim em toda a minha vida”, partilhou a atriz, justificando assim a carga emocional desta vontade.
Para além da homenagem, existe um apelo filosófico na ideia. Anderson confessa que adora o conceito de evolução constante, “A minha imaginação tem corrido solta ao longo dos anos. Tenho experimentado diferentes ‘pessoas’. É preciso descascar tudo, muitas vezes, e começar de novo e de novo”, refletiu.
Esta introspeção surge numa fase de ouro para a atriz. Impulsionada pelo documentário da Netflix, ‘Pamela, A Love Story’, e pelo seu papel aclamado no drama The Last Showgirl, Pamela voltou à ribalta. Recentemente, juntou-se ao elenco do quarto filme da saga ‘Onde é que Pára a Polícia’, ao lado de Liam Neeson, gerando burburinho sobre a química com o ator.
Olhando para trás, Pamela Anderson garante que a sua vida, por vezes “confusa”, serve agora de inspiração, “Quero ser definida pelo que faço e não pelo que me foi feito”, concluiu, provando que, seja como Anderson ou Hyytiäinen, a sua narrativa pertence-lhe apenas a ela.