António Leal e Silva rende-se a Filipe Delgado: “É um bocadinho forçado, mas conquista”
O comentador do Extra da 1.ª Companhia admite que estava cético em relação à autenticidade do recruta. Após ver as imagens, Leal e Silva elogia o talento de Filipe e afirma que ele "é um belíssimo ator" que faz todos "morrer a rir".
A emissão do “Extra” da “1.ª Companhia”, transmitida na madrugada desta terça-feira, 20 de janeiro, arrancou com o foco nas peripécias de Filipe Delgado, cujas imagens divertidas marcaram o tom do programa.
António Leal e Silva, presente no painel de comentadores, não poupou elogios à prestação do recruta, embora tenha confessado que inicialmente duvidava da espontaneidade do cantor.
O socialite admitiu que a sua perceção mudou ao assistir aos vídeos em casa: “Eu estava em casa a ver estas imagens, sinceramente, a rir à gargalhada, porque eu estava um bocadinho cético. Porque às vezes se fala com muita gente e também já se diz, ai, o Filipe, se calhar, está um bocadinho em personagem.”
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Na sua análise, António Leal e Silva concluiu que o comportamento de Filipe não é uma atuação fingida, mas sim uma fusão entre a sua personalidade e o entretenimento, descrevendo-o como alguém com um talento natural para o palco televisivo. Para o comentador, o cantor sabe exatamente o que está a fazer: “Eu acho que é uma mistura (…) Eu acho que não é personagem, eu acho que ele encarna aquilo e encarna um ator. E ele realmente, no meu entender, é um belíssimo ator e ele tem muita graça, porque ele tem noção do tempo e da oportunidade.”
Esta capacidade de gerar humor acaba por ter um efeito aglutinador dentro do quartel, quebrando as barreiras da competição. Leal e Silva notou que, apesar de estarem num jogo onde apenas um vencerá, os restantes concorrentes não conseguem ficar indiferentes à energia de Filipe: “Mesmo eles, que no fundo são colegas, camaradas, mas ao mesmo tempo são concorrentes (…) eles rendem-se.” O comentador destacou ainda a dinâmica explosiva quando Filipe se junta a Manuel Melo, criando um ambiente onde “morrem todos a rir”.
Apesar de reconhecer que por vezes a postura pode parecer exagerada, António Leal e Silva desvalorizou esse aspeto, considerando que o resultado final justifica os meios e que o público sai a ganhar com o espetáculo. “Às vezes nota-se que é um bocadinho forçado, mas é um forçado que não é. E tem-nos dado momentos maravilhosos”, rematou, validando a estratégia do recruta como uma das mais eficazes do programa.