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Renata Reis revela noites sem dormir após a morte de Maycon Douglas: “Estou em modo zombie”

A ex-namorada do DJ tenta regressar ao trabalho, mas confessa que a dor não lhe dá tréguas. Renata recusa medicação para dormir e partilha a dureza do seu luto: "Acabo por adormecer às 6 da manhã e às 8 já estou desperta".

Renata Reis continua a atravessar um período de profunda dor após a morte trágica de Maycon Douglas, e o seu regresso às rotinas tem sido marcado por um esforço hercúleo para se manter funcional.

A ex-namorada do DJ recorreu às redes sociais para falar sobre a sua marca, mas a conversa acabou por descambar num desabafo sincero sobre o seu estado físico e emocional, admitindo que luta diariamente contra a falta de forças: “Eu há dias que não tenho energia. Hoje estava nesses dias, eu estava em modo zumbi, basicamente.”

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A influenciadora explicou que a sua estratégia para lidar com o luto passa por se ocupar obsessivamente com tarefas logísticas, como arrumar o escritório ou tratar de encomendas, numa tentativa desesperada de provocar cansaço físico que lhe permita descansar à noite.

No entanto, o resultado tem sido escasso, com Renata a revelar um ciclo de insónias severas: “Forço-me para fazer as coisas para tentar ter sono à noite, porque durante a noite eu não durmo (…) acabo por adormecer, imagina, 5, 6 da manhã e às 8 já estou desperta.”

Recusando-se a passar uma imagem falsa de felicidade, a jovem encara cada pequena tarefa concluída, como uma ida ao supermercado ou a organização de stocks, como “subir uma escadinha”. Renata Reis fez questão de partilhar a realidade crua com quem a segue, acreditando que o seu testemunho pode ajudar outras pessoas na mesma situação: “Nunca fui o tipo de influencer de não falar do que eu senti ou da realidade e não é agora que vou ser.”

Perante o quadro de exaustão, a empresária antecipou-se a possíveis conselhos dos seguidores e foi perentória ao rejeitar o uso de fármacos para dormir, defendendo que precisa de vivenciar a dor para a superar. O plano passa agora por tentar regressar ao ginásio para ganhar motivação, rejeitando atalhos químicos: “Não vou estar a medicar-me, não vou. Eu tenho que passar um processo e quanto mais estiver a adormecer esse processo, eu acho que vai ser pior, porque vou estar a ignorar uma coisa que depois pode voltar.”

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