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‘Big’ cansa-se da falta de entrega dos concorrentes e compara-os a uma marisqueira

Concorrentes do 'Big Brother Verão' levam 'puxão de orelhas'

Desafiados a atribuir as categorias de “gato” e “tigre”, os concorrentes voltaram a optar por uma atitude cautelosa, motivando um reparo por parte do ‘Big’.

A tentativa de agitar a convivência no «Big Brother Verão» voltou a esbarrar na postura politicamente correta dos habitantes da Malveira. Esta quinta-feira, 30 de julho, a voz soberana da casa promoveu mais uma dinâmica de grupo, desafiando os concorrentes a classificar os colegas e a expressar opiniões sem filtros. Contudo, a cautela exagerada dos concorrentes acabou por motivar uma reação irónica da produção.

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No arranque da atividade, a voz do programa explicou a premissa da tarefa. “Na vida e nesta casa há sempre quem mie e quem ruja. Hoje vamos descobrir quem é que faz mais barulho e quem realmente impressiona (…) Da equipa adversária, quem é o tigre? Quem é o gato? O gato deve ser atribuído ao colega de equipa adversária que consideram ter uma postura mais discreta. Quem é que anda mais a ronronar do que propriamente a rugir (…) O tigre, esse deve ser atribuído ao adversário que consideram ter uma presença forte mais imponente, capaz de marcar posição na casa“, detalhou.

Durante a partilha, a equipa azul atribuiu o título de “tigresa” a Tatiana Durão e o de “gato” a Afonso Leitão e, questionado pelo soberano se se sentia “um gato que na verdade ronrona”, Afonso Leitão rejeitou a conotação de passividade.

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Não, acho que rosno quando tenho que o fazer, simplesmente não procuro atenção como se calhar aqui procuram para aparecer de outras formas. Eu, quando alguém vier contra mim, vai levar comigo, mas vai levar a sério. Se eu não gostar, principalmente. E é por isso que não me acho gato nenhum (…) Agora, quando eu não gostar, preparem-se que vão levar comigo, independentemente de quem seja. Por isso é que eu não me acho gato. Mas pronto, se quiserem, humilho também“, reagiu o Afonso.

Perante as sucessivas justificações atenuantes e a falta de confrontos diretos nas escolhas do grupo, a entidade soberana interveio com sarcasmo. “Miau! Se não se importar, está na dúvida. Ora, não é nada mau. Parece-me ser isso. Vocês às vezes fazem-me lembrar uma marisqueira, sabem porquê? Porque é nas marisqueiras que normalmente servem paninhos quentes“, atirou.

Sem esconder a insatisfação pela falta de audácia nas respostas, a voz da casa reforçou o apelo ao compromisso com o jogo. “Eu sei que já vos expliquei isto 37 vezes, mas sempre que eu peço para fazerem uma classificação dos vossos colegas, não é preciso dizer, ‘eu acho que ninguém aqui é fraco, eu acho que ninguém aqui é menos coerente’ (…) Quem é que neste momento é a maior fera da equipa? Quem é que é o que anda mais passivo?“, rematou, antes de passar a palavra a Raquel Rodrigues.

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