Big BrotherBig Brother VerãoTVI

Catarina Miranda acusa Bernardina Brito e Diana Lopes de levarem informação do exterior

A comentadora da CMTV critica rumo do «Big Brother Verão»

As brincadeiras de Boris e a convivência forçada de Nuno com Raquel Rodrigues foram também alvo de duras críticas.

Catarina Miranda regressou ao seu espaço de opinião na revista TV 7 Dias com uma análise mordaz à atualidade do «Big Brother Verão». Sob o título “Pombos-Correio da Era Moderna”, a cronista começou por colocar em causa a veracidade do jogo, questionando se o público assiste a um reality show ou a “um grupo de amigos que recebeu o guião antes de entrar”.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

A entrada de Bernardina Brito e Diana Lopes como capitãs foi o primeiro tema visado pois, Catarina Miranda sustentou que a dupla entrou no programa “com uma missão de uma semana… e nem isso conseguiram cumprir“, acusando as duas antigas participantes de quebrarem o isolamento dos residentes. “Levado informação do exterior“, contado “tudo o que se passava cá fora” e deixado recados foram algumas das falhas apontadas, ironizando que “só faltou distribuírem um PowerPoint com a estratégia ideal para cada concorrente”.

Leia também: Amigo revela desgosto amoroso de João Ventura antes do «Big Brother Verão»

Para a comentadora da CMTV, este fluxo de dados fez com que os elementos do grupo passassem a reagir “ao que lhe disseram que o público acha”, perdendo a autenticidade nas suas reações.

A dinâmica entre Boris e Joana mereceu igualmente um reparo severo por parte da colunista. “O Boris passou grande parte do tempo numa proximidade física constante com a Joana, com brincadeiras e atitudes que, vistas na televisão, deixaram muita gente desconfortável“, escreveu, recusando a justificação habitual. “E não, não acho que tudo tenha de ser desculpado com o clássico ‘é só uma brincadeira’. Há coisas que simplesmente deixam de ter graça“, frisou, alertando para a gravidade da mensagem transmitida: “Andar constantemente em cima de outra pessoa, com uma intimidade exagerada, pode divertir alguns, mas também passa uma mensagem que hoje é completamente errada“.

Leia também: “Não me deixo corromper”: Luís Gonçalves rejeita proposta milionária e faz denúncia

O castigo atribuído a Nuno, que o obrigou a cumprir 24 horas preso a Raquel Rodrigues para somar 5 mil euros ao prémio final, foi adjetivado pela cronista como um martírio. “A Raquel consegue transformar qualquer conversa num julgamento, qualquer silêncio numa discussão e qualquer situação num espetáculo onde faz sempre questão de ocupar o papel principal. Estar preso a alguém assim, durante largas horas, não é uma dinâmica, é antes um exercício de sobrevivência“, atirou Catarina Miranda, acrescentando com ironia: “Se eu fosse o Nuno, ao fim de meia hora já estava a implorar para ficar sozinho. Sempre seria certamente mais tranquilo“.

Em balanço final, a comentadora lamentou o rumo dos acontecimentos na casa da Malveira. “Porque quando há pombos-correio dentro da casa, o jogo deixa de ser vivido. Passa apenas a ser representado“, concluiu.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo