DANIEL MARTINS: “Natal mais especial depois dos boatos que tinha ‘sida’. Testei positivo ao VIH. Tudo tem mais significado!”
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Conhecido produtor de eventos no ‘jet set’ do Porto, do icónico ‘Baile da Rosa’, diz-se fã do Natal. Sempre com o “cãopanheiro” à mesa, família, decorações em toda a casa, “a comer mais do que devia”…
Como passa a noite de Natal?
É a época mais encantadora, é passado com a família. Gosto de tudo no Natal. Principalmente das decorações que faço pela casa toda.
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Bacalhau com todos ou…?
Sou de comer bacalhau, aliás, sou de comer tudo o que é típico desta quadra, como bem mais do que devia!
Qual foi o Natal mais especial?
Festas e acontecimentos foram durante muitos anos sinónimo de trabalho, sempre muito e desde muito jovem nesta área. Só a fazer o ‘Baile da Rosa’ foram 10 anos consecutivos. Depois tinha a Gala do Fado do Porto e outras iniciativas. Só parei com um forte ‘burnout’ e agora, desde a pandemia, tenho uma imobiliária, e aceito pontualmente alguns convites, como os últimos em que assinei uma crónica na TV 7 Dias e comentários na ‘Noite das Estrelas’.
Pessoalmente, nunca fui muito de grandes celebrações. O Natal mais especial, vou partilhar uma coisa, foi depois de me ter dado conta que os falsos rumores de que tinha sida, que não é verdade, testei positivo ao VIH mas há muito que estou indetetável e intransmissível. Desde que esse boato, da qual inconscientemente ajudei a passar uma mensagem errada, deixou de me afetar e tudo passou a ter mais significado!
O que é mais importante no Natal?
O meu cão é um verdadeiro companheiro de todos os natais, uns anos com mais, outros com menos, à mesa, mas eles sempre presentes. Os animais, sempre.
Como vai ser a mudança de calendário?
Não ligo absolutamente nada à passagem de ano. Nem me lembro da última vez que celebrei a data .