No «Passadeira Vermelha», o designer partilhou uma experiência pessoal para afastar preconceitos sobre o trabalho do ator e médico.
A inclusão do nome de José Carlos Pereira nas investigações à rede «Uber da Droga» acendeu o debate sobre os danos reputacionais que caras conhecidas sofrem com fugas de informação e, durante a análise do caso no programa «Passadeira Vermelha», da SIC Caras, o comentador David Motta saiu em defesa do ator e clínico, partilhando um relato pessoal sobre a competência profissional do amigo.
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O designer manifestou o seu desagrado com o facto de o mediatismo da operação policial se focar essencialmente em nomes mediáticos que nem sequer assumem o estatuto de testemunhas no processo judicial. Para contrariar o preconceito imediato do público, David Motta recordou um episódio em que recorreu aos conhecimentos de José Carlos Pereira numa fase de fragilidade física. “Eu tive um trabalho com o Zé Carlos Pereira. (…) Na altura eu estava a passar por uma fase complicada, era quando eu engordei muito e estava sempre a barriga muito inchada“, contextualizou.
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Segundo o comentador, o diagnóstico do colega foi mais certeiro do que as consultas anteriores que havia realizado. “Ele foi a primeira pessoa, de médicos inclusive que eu fui, estava à espera de exames, foi a primeira pessoa que olhou, perguntou-me os sintomas e me disse exatamente o que é que era“, testemunhou com gratidão, ilustrando que a vida pessoal não anula o rigor técnico.
O painel concordou que o escândalo coloca em risco carreiras construídas com esforço, uma preocupação partilhada por Sara Avelar, que classificou o problema como puramente “reputacional”.
David Motta lamentou que as pessoas tendam a colocar “tudo no mesmo saco”, lembrando que a conduta clínica do ator nunca esteve em causa e criticando o linchamento público que desvaloriza o mérito profissional perante notícias sobre consumo recreativo.
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