Desafio Final: Inês Morais e Renata Reis entram em desacordo por causa de Sara
Diana Lopes apontou os ex-concorrentes da oitava edição como os atuais motores da casa da Malveira.
O arranque do primeiro diário do Secret Story Desafio Final marcou o final de tarde desta segunda-feira na TVI.
Com Nuno Eiró na condução da emissão, o painel de comentadoras formado por Inês Simões, Inês Morais, Diana Lopes e Renata Reis analisou a fundo o ambiente caótico vivido na Malveira após a gala de estreia, com opiniões muito distintas sobre os novos moradores.
Inês Simões foi a primeira a tomar a palavra para fazer um balanço do arranque do formato. “Muita coisa, e da boa, não é!? Não foi assim qualquer coisa… Eu gostei muito desta gala de ontem, acho que foi uma entrada muito intensa. Aliás, acabam por redefinir todo o significado da palavra intensa”, começou por avaliar a antiga moranguito, “Com esta entrada do Pedro Jorge do Leandro, a Daniela Santos já ali em bate-boca fortíssimo com o Leomar, mesmo antes de entrar na casa”, recordou.
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Nuno Eiró concordou, atirando que “É que nem esperaram”, ao que a ela perspetivou o que aí vem: “Há aqui muita coisa para resolver, há aqui muita coisa que se passou cá fora e que nós vamos ficar a saber, porque eles lá dentro não vão deixar de falar no tema. Portanto, o que dizem mais não me estou ansiosa para ver tudo.”
A conversa seguiu para Inês Morais, que também esteve muito atenta à estreia. “Adorei a gala. Eu estava à marca do segundo”, confessou. O apresentador brincou com a afirmação, notando que “Notava-se. Isto era só quase uma pergunta reatórica”. Focada no jogo, a jovem natural de Viseu explicou a sua visão sobre esta edição especial. “Eu acho que é muito bom para certos concorrentes que se calhar na casa deles não tiveram a oportunidade de mostrar aquilo a que se propunham. Acho que o desafio final é muito mais à medida deles”, defendeu, apontando um nome específico: “E, neste caso, vou destacar a Sara, que acho que foi uma diferença grande daquilo que nós tínhamos visto nas últimas semanas dela na última casa e agora.”
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Questionada por Eiró se via a concorrente “Livre, leve e solta?”, Inês confirmou e fez uma menção especial ao apoio familiar. “Sim, e também gostei muito, não posso deixar de dizer, do comentário do pai dela na gala. Gostei, não sei, fiquei a olhar para o senhor e fiquei muito bem, gostei”, referiu. Ainda assim, manteve a cautela em relação ao futuro de Sara no programa. “E acho que isso lhe pode ter feito bem, vamos ver. Agora não vale a pena estarmos aqui a especular, que depois ela não começou tão bem no outro e também se espalhou ao comprido. Espero que ela não faça o mesmo neste, por favor”, rematou.
Diana Lopes foi depois chamada a comparar os diferentes elencos que agora dividem o mesmo teto, com Nuno Eiró a descrever a mistura como um grande caldo orgânico, e ela não teve dúvidas em apontar os grandes protagonistas do momento. “Sim, eu sinto que a casa 8, essencialmente, está muito mais aguerrida e tem muito mais consciência daquilo que é o jogo. São os motores neste momento, nas últimas 24 horas”, analisou.
Em sentido inverso, apontou as fragilidades dos concorrentes mais recentes. “Sinto que, a par disso, em contraste, a casa 10 também são menos elementos, estão ali meio que abafados, tirando a Sara, eu acho que a Sara tem uma personalidade extremamente aguerrida e acho que sim, que ela precisava desta oportunidade de um desafio final para se confrontar com personalidades à altura daquilo que é a personalidade dela”, acrescentou.
Perante a intensidade da casa, Diana ainda acrescenta,“acho que foi uma gala extremamente caótica, o pós-gala caótico foi, acho que eles estão prontos para dar tudo, não há ali nenhuma personalidade, quer dizer, uma ou outra, vamos, já falamos sobre isso, não é verdade? Mas acho que todos eles estão dispostos a entregar tudo e nenhum a permitir-se a ficar para trás. Ou seja, quando dizerem que há um confronto a existir entre dois concorrentes, eles fazem questão de se posicionar, de se fazerem ouvir”, explicou.
Foi então que Nuno Eiró quis saber se a casa não teria então o chamado jardim botânico, referindo-se aos concorrentes inativos. A resposta foi afirmativa: “Não, também não vou ser assim tão simpática. Há ali um Diogo, acho que o Diogo Afonso está um bocadinho desenquadrado daquilo que é um desafio final, pode-nos surpreender, no entanto, para já não é isso que eu tenho a dizer.”
Tivemos depois a Renata Reis a tomar a palavra e para desta forma discordar da opinião de Inês Morais sobre a prestação de Sara. “Então, relativamente ao que a Inês disse, disse relativamente à Sara, eu acho que um bom jogador consegue se destacar mesmo quando não existe jogo, ou seja, consegue criar dinâmicas. E eu lembro nesta última semana que ela esteve dentro da casa dela, que ela saiu agora da casa, ela própria disse, eu gosto destas dinâmicas, ou seja, a Sara é uma jogadora de dinâmicas. Ela dá a sua opinião e está presente e faz-se sentir apenas nas dinâmicas”, argumentou.
Para Renata, falta independência no jogo da comissária de bordo. “Uma jogadora, uma boa jogadora, consegue estar presente nas dinâmicas e criar ela própria, sozinha, individualmente, as suas próprias dinâmicas, fora das dinâmicas propostas pela voz”, apontou, concluindo o raciocínio com uma crítica severa: “Portanto, eu acho que sim, ela vai ter jogadores à altura que também criam esses momentos, mas acho que se ela tivesse essa qualidade toda na casa dela, teria feito estes momentos…”
Inês Morais não deixou a colega de painel sem resposta e pediu para intervir com um rápido “Posso lhe dizer uma coisinha? (…) É só porque ela tentou fazê-lo no início do programa, depois perdeu-se e ficou frustrada e foi um grande problema, tanto para ela quanto para os outros colegas dela, que não conseguiram e acabaram por deitar a toalha ao chão. Mas ela no início tentava muito arranjar outro tipo de dinâmicas e ela propunha-se a isso”, recordou e a rematar disse, “Simplesmente, depois acabou por atirar a toalha ao chão. Por isso, eu acho que ela consegue e vai conseguir.”