Em conversa com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, o ator admitiu que a realidade da indústria além-fronteiras não combinava com os seus valores.
Diogo Morgado marcou presença esta terça-feira, 25 de agosto, no programa «Dois às 10», da TVI, à conversa com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos para promover a novela «Coração de Mãe», cuja estreia está marcada para setembro. Durante a entrevista, Cláudio Ramos quis saber por que razão o ator optou por não se fixar em definitivo nos grandes mercados internacionais, questionando se o apego às origens teria pesado na escolha.
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Diogo Morgado rejeitou essa justificação romântica e assumiu com total frontalidade o choque com a indústria exterior: “Ficar-me-ia muito bem dizer que o meu país é mais importante, mas não é essa a verdade. A verdade é que eu provei algo que percebi que não era para mim. Não me toca, não me identifico com muita coisa. Compreendo o jogo“.
O ator explicou que a experiência prática nos bastidores das grandes produções revelou um mundo bastante distante das ideias preconcebidas que habitualmente se criam em torno do sucesso lá fora e, segundo o artista, o ritmo e o ambiente vivido na indústria internal não se alinhavam com o seu estilo de vida.
“Às vezes fantasiamos como é que será e depois quando temos conhecimento de como as coisas funcionam, pode ou não colar-se a nós, ter a frequência que nós temos“.
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