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Inês Simões “sem papas na língua” sobre Boris no ‘Big Brother’: “É demais, tem uma família cá fora”

A comentadora analisou a decisão de Boris em não desistir do reality show e a polémica da sua proximidade com Vanessa, realçando a responsabilidade do concorrente casado.

Boris ponderou deixar o ‘Big Brother’ na passada segunda-feira, 24 de agosto de 2026, mas acabou por mudar de ideias.

A decisão do concorrente surge no rescaldo de uma acesa discussão sobre a sua proximidade com Vanessa, um tema que ganhou proporções ainda maiores com a entrada temporária de Joana na casa. No extra do ‘Big Brother’ de ontem, 24 de agosto de 2026, Inês Simões, convidada do painel, não poupou críticas.

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Marta Cardoso, a apresentar o programa, começou por referir a reviravolta de Boris: “E o Boris lá mudou de ideias, a minha Inês, e decidiu então não desistir, já falta pouco. Mas nesta sequência de imagens percebemos aqui dois posicionamentos que ainda não tínhamos percebido antes. O da Ana Luísa e o da Sara.”

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Inês Simões atirou logo que a situação não passou despercebida a ninguém, ao contrário do que se tentou fazer crer. “Eu acho que não passou de facto assim tão despercebido. Ou seja, a Joana não traz ali uma super novidade, a Joana destapa ali um bocadinho o que já estava a acontecer”, disse a comentadora. Contou ainda que Sara, confrontada, “acaba por dizer sim ou já me tinha apercebido e aventura até questiona-te porque é que nunca disseste nada”.

Para Inês Simões, o motivo do silêncio é claro: a identidade do concorrente em questão. “Ou seja, eu acho que tem efetivamente a ver com o facto de ser o Boris. Se fosse outra pessoa qualquer, eles teriam dito”, argumentou. Lembrou também que “a Ana Luísa acaba também por se manifestar que não gostariam de ver”.

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A comentadora traçou um paralelo, comparando a relação de Boris com Joana e com Vanessa. “É normal. Eu acho que, se queremos comparar então a proximidade da Joana e do Boris com a da Vanessa e do Boris, a da Vanessa e do Boris é muito pior. Mas está tudo certo, se não faz confusão à família e isso é uma coisa normal, eles lá saberão”, ironizou.

No entanto, a sua opinião pessoal é intransigente. “A minha opinião é que, para mim, é demais. A proximidade, as conchinhas, a perna aqui e a mão ali, acha-se demasiado”, desabafou Inês Simões, enfatizando a condição de Boris: “Sobretudo, e só tendo em conta que o Boris tem um relacionamento cá fora, tem uma família.”

Admitiu que, num cenário diferente, sem compromissos, a situação seria outra. “Quer dizer, caso não tivesse… Caso fosse uma história anônima, por exemplo, não tem esse handicap. Ninguém tem nada a ver com isso”, explicou. Recordou que romances na casa não são novidade, mencionando casos passados como “a Ariana, o Diogo e a Eva”. “As coisas mudam, as pessoas às vezes apaixonam-se, têm interesse. É normal acontecer. Estão ali fechados”, afirmou.

A perplexidade de Inês Simões reside na falta de intervenção dos colegas. “Agora, o que me faz aqui alguma confusão é, de facto, as pessoas não se manifestarem”, declarou. Abordou também a postura de Vanessa, que descreve como uma “falsa segurança”. “Eu vejo a Vanessa numa falsa segurança, ou seja, ela parece mesmo profundamente preocupada com tudo isto”, contou.

Apesar da preocupação, Vanessa tenta disfarçar. “No entanto, o que ela quer fazer passar para os colegas e, sobretudo, para o Boris, o que eu acho que ela está mais preocupada é com o Boris, é que está tudo bem, que não há nada grave, temos que relativizar”, detalhou. A surpresa surge quando Vanessa procura Tatiana, a sua “arqui-inimiga”. “Mas depois, quando a vejo a conversar com a sua arqui-inimiga, Tatiana, que é uma conversa inesperada, eu pelo menos não esperava que ela fosse…”, comentou Inês Simões, com Marta Cardoso a concordar: “Tendo em conta como ser com a Tatiana, não?”

Inês Simões reforçou a inesperada conversa: “Sem dúvida, portanto, não esperava que ela fosse ter esta conversa com a Tatiana. Eu vejo-a ali um bocadinho sedenta de perceber qual é a opinião da Tatiana em relação a isto tudo, como é que ela vê.” E elogiou a resposta de Tatiana: “E aqui Tatiana acaba por dar, mais uma vez, uma opinião certeira e por ser honesta, no fundo, porque a verdade é que a Vanessa também tem, sim, que se preocupar, apesar de, para mim, o Boris ser aqui, digamos, a pessoa mais responsável de tudo isto.”

Marta Cardoso salientou a diferença de responsabilidade: “São dois tipos de preocupação diferente, tendo em conta que um é comprometido e o outro não. Mas não deixa de ser.”

Inês Simões concordou, atribuindo responsabilidade a ambos, mas com maior peso em Boris. “Mas não deixa de ter. A Vanessa também que tem que ter aqui alguma responsabilidade sobre tudo o que está a acontecer. No entanto, o Boris, como há pouco dizia, é a minha família, existe um limite que não pode ser ultrapassado com o jogo, sem dúvida nenhuma, concordo a mil por cento”, garantiu.

A mensagem é clara: “No entanto, o Boris é que tem que travar e tem que colocar este limite.” A comentadora concluiu a sua análise elogiando a intervenção de Joana: “Portanto, acho que a entrada da Joana foi cirúrgica, acho que sim, fez bem em destapar. Não teria feito a comparação de, se aconteceu comigo, agora também vai ter que acontecer contigo, porque eu fui escrutinada e disseram uma série de coisas, tudo certo, mas fez bem sim em destapar este tema e mostrar à Casa que eles têm que falar sobre isto, seja o Boris ou a Tatiana ou outra pessoa qualquer.”

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