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Em direto na TVI! Nuno ataca Raquel: “É o que é, ela é falsa…Foi a melhor decisão que fiz, cortar”

No Especial Big Brother Verão, Nuno e Raquel discutiram acesamente, com Nuno a afirmar que a melhor decisão foi cortar a relação

O Especial do ‘Big Brother Verão’ desta terça-feira, dia 2 de setembro, trouxe mais um momento de alta tensão à casa, com Maria Botelho Moniz a levar Nuno e Raquel ao confessionário para um acerto de contas que rapidamente descambou.

A apresentadora da TVI notou que, apesar de ambos os concorrentes se declararem “fartos” do assunto, a polémica persistia.

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Maria Botelho Moniz foi direta, questionando Raquel: “Raquel, por que é que o Nuno é rancoroso?”.

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A concorrente explicou que a sua perceção vinha de uma prova, onde Nuno a provocava “com a boquinha do raciocínio” que ela tinha dito. Nuno confirmou, sem rodeios: “Foi o que disseste, estás condenada”.

A apresentadora interveio, lembrando que Nuno, no início da discussão, afirmou: “ao menos não sou falso”. Perguntou, então, se Nuno estava a insinuar que Raquel era falsa.

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A resposta de Nuno foi inequívoca: “Exatamente isso, é mesmo essa palavra que descreve a Raquel. Vejo uma pessoa muito falsa”. E detalhou a sua visão: “Na cara, na minha cara é bom dia, meu amorzinho, meu leitinho, meu Nuno. Depois nas costas é o que vemos nas VTs. A Raquel é isso”.

Raquel reagiu com surpresa. Contou que a conversa de Nuno era o seguimento de uma discussão anterior, após o pequeno-almoço. “O que eu estava a dizer é que as dúvidas dele por vezes não beneficiam, porque eu nunca na minha vida faria alguma coisa que pudesse prejudicar um jogo ao meu proveito. Isso seria contraditório”, garantiu. A concorrente minimizou os seus desabafos com uma amiga, explicando que foram “um comentário de 10 segundos que passou de uma conversa que eu estava a ter com ela geral em 24 horas”.

Nuno, visivelmente cansado do tema, atirou: “Maria, não tenho mesmo mais nada para falar sobre este assunto. É o que é. Os portugueses sabem muito bem o tom verde da Raquel”. Raquel não se deixou ficar: “E eles também sabem o que é que é tom verde ou não”. Nuno acrescentou, com um tom enigmático: “Pois, e espero bem que ninguém tenha confuso”.

Maria Botelho Moniz quis saber de Nuno porque a situação se prolongara tanto, já que ele tinha confessado a Boris ter tomado uma decisão sobre a sua dinâmica com Raquel há “muito tempo”.

Nuno justificou a sua demora em cortar a relação, afirmando ser uma “pessoa muito genuína”. Explicou que Raquel “ainda força muito em termos de o toque, usar a minha roupa, ai, ajuda-me a tirar o cabelo”. Admitiu: “Eu não me importo com essas coisas, mas eu acho que é o momento de cortar isso tudo. E ela segue o caminho dela e eu sigo o meu”.

A apresentadora perguntou se Nuno não fora mais abrupto para não ser indelicado. Nuno confirmou: “É exatamente isso”. Contou que falou com Raquel pela primeira vez e ela “não percebeu”. Voltou a abordar o assunto no primeiro pequeno-almoço e ela “também não percebeu”, o que o levou a “reforçar isso outra vez”.

Raquel indignou-se: “Por amor de Deus, Nuno, por amor de Deus!”. Garantiu que fora ela quem o procurara antes do direto para dizer que “não tinha interesse” e que a sua forma de agir com ele era igual à que tinha com “todos os meus amigos”, como João, Vanessa e Iris.

Nuno confrontou-a com uma mudança de atitude: “No dia seguinte disseste o quê? Ah, afinal tenho interesse porque te foste nomeado e tens muita importância para mim”.

Raquel explicou: “Porque para mim tiveste importância, aprendi imenso contigo. Obviamente que tenho interesse que tu fiques e vi já o que poderíamos prejudicar”.

A discussão prosseguiu sobre quem iniciara a conversa do corte. Nuno lembrou: “Antes da gala fui eu que— tu estavas na casa de banho e eu pedi para falar, certo?”. Raquel insistiu que já tinham tido essa conversa no dia anterior. Nuno reiterou que fora após a sua nomeação que Raquel mudou de postura. Raquel completou: “Então eu vou falar contigo porque eu carreguei no botão e fui nomeado. Afinal, eu gosto de te ter aqui, aprendo contigo, não queria que pensasses em desistir, não gosto que consideres-te um turista”.

Nuno sentenciou: “Mas a partir de agora mais vale só falar da tua vida. É melhor assim”.

Raquel defendeu-se sobre os gestos de carinho e a questão da roupa: “Não me escusavas de vir aqui dizer isso porque é normal. Até um casaco teu está mais curto, eu usava do próprio e disseste que já não usavas mais. Tal como eu agora estou com um casaco do Pedro porque não tem roupa quente, tal como falo com Vanessa, falo com o Iris, falo com o Pedro, falo com toda a gente. Eu ajo com todos os meus amigos da forma como ajo contigo”.

Nuno trouxe outro exemplo: “Maria, o que é interessante é que no jantar eu tirei sopa para mim, meti na minha, no meu lugar”. Raquel explicou: “Ela vai lá, pega na sopa, dá uma colher, porque eu sou assim com as minhas pessoas”. E acusou Nuno de não ter sido direto: “E o que é que tu me disseste? Olha, se houver alguma coisa que me incomode, eu dir-te-ei. Tu não me disseste. Agora é que estás a dizer. Então, vá, escolhe a tua verdade. Ias-me dizer a mim ou não ias dizer? Porque senão tinhas sim, Raquel, incomoda-me”.

Maria Botelho Moniz perguntou a Raquel como recebera as conversas de Nuno sobre serem apenas amigos. Raquel negou ter percebido um pedido de corte: “Não, é assim, eu sou uma pessoa muito amorosa para com todos os meus amigos e tu sabes disso. Eu sou, estão a perguntar todos eles, ao João, ao Pedro, à Vanessa, à Iris, eu sou muito amorosa para todos”. Nuno ironizou: “Eu tenho uma lista, depois pergunto a todos”. Raquel desafiou-o: “Sim, podes ir perguntar, é que convém mesmo. Ou então a Maria também vê. E o ‘Big’ também vê”.

Questionada se os carinhos e a proximidade eram iguais com todos, Raquel garantiu: “Óbvio, eu faço uma serenata a toda a gente, Maria”. Nuno contra-argumentou que ela também usava a roupa dos outros: “E uso a roupa, como agora não tenho roupa, ou pôs as calças daí”.

Raquel admitiu que “houve um interesse ao início”, mas que “claramente, devido à nossa falta de capacidade de comunicação, e também vertentes de pensamento diferentes, o interesse nem se manifestou do meu lado nem do dele”. E concluiu: “Uma coisa é não ter interesse amoroso, outra coisa é tratar de modo frio. Porque se eu continuo a tratar, achar que ele é meu amigo e considerar meu amigo, eu vou continuar a tratar da forma. Eu não te tratei do primeiro dia daquela forma como eu trato a toda a gente. Mas pronto, deixa de fazer, deixaremos de ser amigos”.

Nuno agradeceu, e Maria Botelho Moniz perguntou se ele queria um “corte total”. Nuno foi taxativo: “Sim, é isso, Maria, é isso mesmo”. E a uma nova pergunta sobre se não havia espaço para amizade, respondeu: “Nada”.

Questionado sobre o porquê da sua decisão, Nuno atirou que a opinião “não é só minha, são já vários colegas aqui da casa que conseguem ver essa parte da Raquel, que não é, ela não é isso tudo do amor, isso tudo atrás dela. Sim, tem maldade”.

Raquel indignou-se: “Eu ia-me prejudicar a nomear uma pessoa que tu gostas por, olha, só mais é para mim, por ainda acreditar, fazer algumas coisas boas por ti, por um próprio par. Porquê? Por me preocupar contigo, por querer que tu ides mais à final”. Nuno acusou-a: “Para parecer bem”. Raquel reagiu com irritação: “Para parecer bem, porquê? Mas eu tenho alguma necessidade disso? Mas estás parvo aqui”.

Nuno pediu calma: “Só porque estás no direto, calma. Não precisas de chamar-me de parvo”. Raquel continuou: “Ah, claro, claro. Tu não sabes que eu sou assim? E é assim. Mas está aqui a maldade”. Nuno observou: “Quando ela começa a exaltar é quando as cores, as vermelhas saem”. Raquel defendeu-se: “Isto fica mesmo aqui provado. Que uma mulher boa não tem de ser uma mulher calada nem uma mulher deprimida. Se tu me pisares, eu não vou ficar calada”. Nuno lembrou: “Eu não estou-te a chamar de nomes. Estás-me a chamar de parvo, dizes isto e aquilo”.

Maria Botelho Moniz pediu a Raquel que explicasse porque Nuno tinha uma opinião tão negativa dela. Raquel atribuiu a Nuno uma “falta de conhecimento para ver as coisas mais além”, referindo que ele agia da mesma forma com João Ventura e Vanessa. “Pessoas que eu vejo agir com bondade, ele critica sempre a maldade nas suas ações”, disse. Concluiu com um conselho que Nuno achou uma “afronta”: “Tira a lente da desconfiança da tua vida. Porque nada do que eu fiz foi para te prejudicar, nunca. Mas agora não faço nada, é role. E assim, tu é que se achavas que eu não devia usar qualquer coisa tua, ou seja o que for, tu é que estás a esperar por um direto para dizer. Por isso, cuidado, porque tu estás a lançar a lenha onde tu estás já a queimar-te”.

Maria Botelho Moniz perguntou se era uma ameaça. Raquel negou: “Não, é o que eu estava a fazer agora, não é uma ameaça”. E acrescentou: “Nós concordamos em discordar e cada um vai para o seu caminho”. Nuno atirou: “É falsa. Sou falsa? Claro que sim”. Raquel, ironicamente, concordou: “Sou muito falsa, Maria”.

A apresentadora questionou Raquel se a sua história com Nuno era uma estratégia de jogo para chegarem juntos à final. Raquel admitiu que o seu “jogo é ajudar as pessoas que eu gosto”. Deu o exemplo de não ter nomeado Sara para o ajudar, pois “se alguém diz que vai desistir do jogo, se considera turista e tudo mais, é normal que— e se eu fosse uma pessoa do público, eu não ia votar numa pessoa que aparentemente quer desistir”.

Nuno interrompeu, sarcástico: “É um amorzinho, desculpa, Maria, é um amorzinho”.

Maria Botelho Moniz perguntou se “parte da história era jogo”. Raquel explicou: “Isto é um jogo da vida real e o meu jogo é estar com as pessoas que eu gosto. Ponto”. Sobre se a história os ajudaria a ambos, Raquel negou, referindo que após a discussão no pequeno-almoço, percebeu que “isto só está a prejudicar” e que “discussão já prejudica os dois lados”.

Maria Botelho Moniz encerrou o tema, e Nuno sentenciou: “Só sei que foi a melhor decisão que se calhar já fiz na vida, foi mesmo só cortar”. Raquel ironizou a afirmação. Nuno tentou justificar a sua decisão, mas Raquel atirou: “Mas estás só a cortar agora porque estiveste o dia todo bem comigo”. Nuno explicou que, vivendo na mesma casa, estaria “minimamente bem” com ela. Raquel concordou.

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