Durante a emissão do programa «Passadeira Vermelha», a comentadora recordou o tempo em que esteve detida em Espanha e expôs um caso revoltante.
O programa «Passadeira Vermelha», conduzido por Liliana Campos, abordou a recente partilha de Marta Rangel nas redes sociais. A ex-concorrente de “Casados à Primeira Vista” relatou um episódio tenso vivido na praia, no qual um homem desconhecido insistiu em aproximar-se e interagir com a sua filha, Caetana, de forma inconveniente durante cerca de 40 minutos. “Estou a ensinar a minha filha a não aceitar nada de estranhos“, explicou Marta Rangel na altura, recordando o momento em que teve de intervir e afastar o homem.
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Em estúdio, o painel de comentadores analisou a situação e a gravidade dos perigos que as crianças enfrentam. Sara Norte confessou que considerou a reação de Marta demasiado paciente. “Acho que ela aguentou tempo a mais. (…) À primeira tentativa de toque, levava logo um sopapo. Desculpem lá, mas é assim. (…) Há crimes que eu não consigo compreender, é a pedofilia e o abuso. Ou a violação de mulheres ou crianças, não consigo compreender e mete-me realmente nojo“, confessou.
A conversa sobre este tipo de crimes levou a comentadora a recordar o período em que esteve detida por 16 meses no Centro Penitenciário de Botafuegos, em Algeciras, Espanha onde, Sara Norte partilhou um relato impressionante sobre uma reclusa com quem dividiu o espaço prisional. “Eu estava presa com uma pedófila e ela, tipo, ela imagina, ela violava, o marido violava os filhos e ela ficava a ver e a masturbar-se“, revelou, perante o choque dos restantes presentes no estúdio.
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A comentadora adiantou ainda detalhes sobre o funcionamento daquela instituição prisional mista e os privilégios de que a reclusa usufruía, apesar da gravidade do crime. “E ela tinha direito a uma visita conjugal todos os meses com o marido. (…) Estava preso na mesma prisão“, explicou.
Sara Norte descreveu também o ambiente de isolamento que a mulher enfrentava por parte das restantes detidas e a forma como esta tentava obter segurança dentro do estabelecimento. “Ela, como era posta de parte por todas as reclusas, ela durante a noite ouvíamos a cela dela a abrir. (…) Ia falar de todas nós para ter proteção das guardas, está a perceber? Ela era a chiba. Mas estava ali com direito a ter sexo com o marido“, concluiu.
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