A intervenção do presidente norte-americano, Donald Trump, para reverter a punição de Balogun acendeu ainda mais a polémica na FIFA.
Gianni Infantino, presidente da FIFA, está debaixo de fogo por antigos internacionais ingleses e a razão é a discrepância no tratamento das suspensões de Folarin Balogun e Jarell Quansah no Mundial ‘2026 pois, Folarin Balogun, jogador dos EUA, viu a FIFA suspender a sua pena de um jogo, que o impediria de atuar contra a Bélgica (1-4) nos oitavos. Donald Trump, presidente norte-americano, confirmou ter ligado a Infantino para reverter o cartão.
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Já Jarell Quansah, central inglês, recebeu um vermelho direto na vitória por 3-2 sobre o México. A Inglaterra tentou o mesmo que os EUA, mas a FIFA atribuiu-lhe um castigo de dois jogos. Falha os quartos de final frente à Noruega e uma eventual meia-final.
A disparidade de critérios revoltou Alan Shearer e, em direto no podcast ‘The Rest is Football’, atirou: “A FIFA trouxe tudo isto sobre si própria. Como é que Quansah agora tem dois jogos de suspensão, o Balogun teve um jogo suspenso e depois foi retirado, mas o Quansah agora tem de falhar se a Inglaterra passar os dois jogos? Isto é absolutamente escandaloso. Uma má imagem total“.
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Gary Lineker, no mesmo podcast, concordou, considerando a posição de Infantino “quase insustentável” e, Joe Cole, ex-internacional, comparou o presidente da FIFA a Basil Fawlty, da ‘sitcom’ britânica ‘Fawlty Towers’: “Ele só tem um trabalho. É como o Basil Fawlty, está sempre a tropeçar em si mesmo e a estragar tudo“. Micah Richards, em alusão ao caso Balogun, reforçou a ideia: “É uma farsa completa, não é? Quantas vezes? Todas as coisas boas que aconteceram nesta competição? Continuamos a falar delas, mas isto é simplesmente ridículo“.