A psicóloga e comentadora Filipa Torrinha Nunes analisou o perfil psicológico e a comunicação de Cristina Ferreira, acusando-a de falta de humildade e de fugir à responsabilidade através da vitimização.
No programa “Passadeira Vermelha”, Filipa Torrinha Nunes fugiu à superfície da discussão para atacar o que considera ser a raiz do comportamento da apresentadora da TVI e para a comentadora, o verdadeiro cerne da questão reside numa “aparente e alegada dificuldade extrema” que Cristina Ferreira demonstra em olhar para si mesma de forma autocrítica.
Filipa descreveu a postura da diretora de entretenimento como sendo pautada por um egocentrismo profundo, que a impede de se entender como alguém que falha, como qualquer outro ser humano.
Segundo a psicóloga, em vez de uma assunção de erro ou de um pedido de desculpa genuíno, a estratégia adotada passou por uma “vitimização” constante e ainda sublinhou que, na narrativa de Cristina Ferreira, a culpa parece ser sempre dos outros e nunca dela própria.
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Durante a sua intervenção, Filipa recordou que o coro de críticas não surge apenas de espectadores anónimos, mas de entidades de peso como a Ordem dos Psicólogos, a PSP e a APAV, além de inúmeros técnicos de diversas áreas que se manifestaram contra a abordagem do tema num contexto de entretenimento.
Para a comentadora, é incompreensível como, perante tal evidência técnica e institucional, Cristina Ferreira mantenha uma capacidade única de não demonstrar “a mínima consciência” sobre a gravidade da situação e, Filipa não poupou sequer o namorado da apresentadora, João Monteiro, a quem apelidou de “contribuinte” e “cidadão”, acusando-o de partilhar da mesma falta de discernimento.
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