FamososGeralGossip

Georgina e Ivana Rodríguez doam mais de 200 mil euros e ainda são alvo de críticas ferozes

driano Silva Martins revelou a doação milionária no programa social da TVI. António Leal e Silva, Cláudia Jacques e Guilherme Castelo Branco aplaudiram a atitude das irmãs para pagar o tratamento nos EUA.

O primeiro tema do “V+ Fama” desta quarta-feira centrou-se num gesto de grande solidariedade, mas que também levantou um aceso debate sobre o ódio nas plataformas digitais.

Adriano Silva Martins abriu o formato revelando que Georgina Rodríguez e a irmã, Ivana, doaram mais de 200 mil euros para ajudar um menino espanhol a combater uma doença rara.

O apresentador mostrou-se impressionado com a origem da doação: “Quem foi a primeira a doar foi a irmã Ivana Rodrigues, algo que me surpreendeu muitíssimo”. António Leal e Silva tomou a palavra para clarificar a ação da cunhada de Cristiano Ronaldo, que ofereceu a totalidade do prémio ganho num concurso de televisão espanhol (um formato semelhante ao Masterchef). “O prémio inteirinho, por isso não foi descontos para impostos (…). 100 mil euros doou a irmã. A Georgina acrescentou aquilo que faltava e eu acho um gesto muito bonito”, elogiou o comentador, frisando que “se deviam ou não partilhar, muitas vezes socialmente há essa discussão. (…) Eu acho que há alturas em que se sabe, há alturas em que não sabe (…) e as pessoas têm que ser livres de fazer aquilo que muito bem entenderem”.

Leia também: Quem venceu as audiências totais de 21 de abril de 2026?

Cláudia Jacques detalhou o caso da criança. “Este menino, o Javi, tem nove anos e tem uma doença neurodegenerativa rara [NEDAMS]. Acho que só há quinze meninos que têm esta mesma doença no mundo. E este tratamento vem dos Estados Unidos, é caríssimo, são um milhão e quinhentos mil euros e esta associação, a Angel, já tinha feito algumas campanhas para juntar o valor, mas não havia ainda a totalidade”. A comentadora destacou que faltavam 120 mil euros para atingir a meta, valor que foi pago por Georgina: “Ela cobriu, deu e ficou tratado. (…) Em Espanha é uma atitude muito bonita, fica-lhes muito bem”.

A socialite aproveitou para defender a divulgação destas causas. “Porquê que só tem que ser a Georgina no seu avião particular, com as suas carteiras e as suas joias, e porque não dizer que, para além disso tudo, a Georgina também gasta o seu dinheiro a ajudar pessoas que necessitam? (…) Dar-nos a conhecer esta instituição, esta associação, faz-nos inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo”, justificou.

Leia também: O fenómeno Cristina Ferreira: Entrevista leva “Jornal Nacional” a pico de 1.3 milhões de espetadores

Guilherme Castelo Branco também salientou o “ato super nobre” de Ivana e recordou o drama da família da criança: “Eu imagino o que é que deve ser o sofrimento para um pai, não é? (…) Ter uma criança aparentemente saudável e de repente aos sete anos começar a ter uma doença degenerativa, eu não quero imaginar o sofrimento que será. (…) Para trazer para a Europa, nomeadamente para a Espanha, este tratamento era necessário juntar um valor de um milhão e quinhentos mil. Faltavam os duzentos e vinte mil. A Ivana deu então os cem mil na totalidade do seu prémio”.

Apesar do final feliz para o pequeno Javi, o painel do “V+ Fama” não poupou críticas à reação de muitos internautas, que atacaram as irmãs nas redes sociais, desvalorizando o donativo pelo facto de terem muito dinheiro. “As redes sociais, muitas vezes, convertem-se numa lixeira”, atirou Adriano Silva Martins. “A Georgina, primeiro o dinheiro é dela, foi ela que o ganhou, e, portanto (…) ela faz o que entender. Mas a Irmã, que não é milionária como a Georgina (…) para a economia da Ivana, ainda é uma coisa de 100 mil euros, é dinheiro”.

Visivelmente irritado com os ataques, António Leal e Silva arrasou o escrutínio público e o “ressabiamento” online. “Eu fico doido com estas virgens ofendidas (…) detentores da moral absurda, que não são mais que ninguém. É uma linguagem absurda, feia, desagradável. Esta violência e a inveja, a forma desagradável como falam dos outros, sem os conhecerem (…) Eu acho isso uma coisa asquerosa, nojenta e faz impressão”, disparou, confessando que chegou a abandonar as plataformas digitais: “Eu saí do Facebook, até o Facebook é o degredo. E agora, o Instagram tinha um nível, mas agora de um tempo a esta parte…”.

A fechar o debate, todos os comentadores convergiram no ponto essencial: o bem-estar do menino Javi e a importância da associação que apoia estas crianças. “O que interessa é que esta criança recupere e que volte a ter saúde por ela, pelos pais, por todos nós. (…) Nenhum de nós gosta de ver ninguém sofrer. A não ser as bestas”, rematou António Leal e Silva.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo