Adriano Silva Martins compara agressividade do SS9 com a leveza da atual edição: “Tinham-nos comido vivos”
Adriano Silva Martins recorda SS9: "Ao Diogo e à Ariana tinha-lhes caído o karma e a trindade"
Numa análise comparativa entre as duas últimas edições da “Casa dos Segredos”, o comentador Adriano Silva Martins destacou a maior tolerância do grupo atual, afirmando que os protagonistas das polémicas de traição não teriam “saído vivos” noutros tempos.
Adriano Silva Martins ganhou um fôlego mais analítico durante o ‘Diário’ desta tarde de terça feira, quando comparou o ambiente desta casa com o da edição anterior, o Secret Story 9 e, o comentador que se assume como um seguidor atento do formato desde o Big Brother Verão, defendeu que este grupo de concorrentes é “muito mais leve” e empático do que o grupo liderado por figuras como Bruno ou Dylan.
Adriano utilizou o exemplo do triângulo amoroso desta edição para ilustrar a diferença de agressividade entre as duas casas, afirmando que se a traição de Diogo a Eva tivesse ocorrido no ano anterior, o linchamento moral teria sido sem precedentes. “Se isto tivesse acontecido da Eva, do Diogo e da Ariana na outra casa, eu não sei quem é que tinha saído vivo“, atirou o comentador, recordando que o “karma e a trindade” caíram sobre Liliana na edição passada por muito menos.
O comentador destacou que a atual casa demonstra uma maior tolerância e contenção, mesmo perante temas sensíveis que, noutros tempos, serviriam de combustível para ataques devastadores ao foro íntimo e familiar.
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Adriano Silva Martins notou que, apesar de algumas “saídas infelizes” e momentos de “vergonha alheia” protagonizados pelo grupo apelidado de matilha, os concorrentes deste ano foram mais contidos na forma como geriram as crises.
Esta perceção de “fortaleza” e união do grupo de Jéssica e Sara foi o que, na visão de Adriano, lhes permitiu chegar tão longe sem serem expulsos pelo público, criando uma pressão interna que condicionou as nomeações dos restantes colegas.
Em suma, Adriano Silva Martins acredita que Portugal comprou a história de bons e maus absolutos nesta edição, mas reconhece que o elenco soube reinventar-se dentro de uma casa menos “predadora” do que a anterior.