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O vídeo polémico de Maria Sampaio analisado: “Esta frase é muito infeliz”

A publicação nas redes sociais da ex-comentadora do Big Brother sobre ter "filhos com a pessoa errada" gerou debate. O painel da TVI tentou decifrar a mensagem direcionada a Gonçalo Cabral e o regime de guarda da filha.

A separação de Maria Sampaio e Gonçalo Cabral voltou a ser o centro das atenções no programa “V+ Fama” desta quarta-feira.

O apresentador Adriano Silva Martins dá conta de uma nova publicação da atriz nas redes sociais, que rapidamente foi interpretada como uma provocação direta ao ex-marido e pai da sua filha.

O vídeo em questão trazia a seguinte mensagem: “Deus às vezes faz-nos ter filhos com a pessoa errada e (…) não quer dizer que seja uma pessoa errada na sua totalidade, mas não é a pessoa certa para estar connosco, portanto não deixa de ser a pessoa errada. (…) Só que depois temos um fim de semana de 15 em 15 dias com a pessoa certa”.

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A multiplicidade de interpretações tomou conta do painel. Guilherme Castelo Branco, que assumiu ter falado com a atriz, tentou desmistificar a intenção da colega. “Eu acho que isto pode ter inumeradíssimas interpretações, mas se forem ler depois o descritivo (…) Ela faz estes reels e estes textos (…) um bocadinho para trazer ao de cima, aos peixes, às vezes, da sociedade e demonstrar (…) os ódios que as pessoas têm”, explicou, assegurando que o texto complementar esclarecia que a “pessoa certa” afinal são as amigas e a redescoberta do amor-próprio.

Perante a insistência do apresentador de que existia uma farpa direta a Gonçalo Cabral, Guilherme defendeu a formação sociológica de Maria Sampaio: “Ela não está a falar especificamente só da relação dela, está a falar de género em geral e simpatias”.

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No entanto, a abordagem não foi bem recebida por todos. António Leal e Silva não poupou críticas à escolha de palavras. “Eu acho esta frase infeliz. É muito infeliz. As pessoas podem não se entender, separam-se, mas considerar a pessoa errada alguém que procriou comigo para ter um filho não é de bom tom nem para o filho, nem para mim, nem para a pessoa”, considerou o comentador, que confessou a sua confusão inicial ao tentar interpretar se a “pessoa certa” era o novo namorado, as amigas ou até a própria filha.

Cláudia Jacques também manifestou as suas reticências em relação à mensagem. “Mas é a pessoa que está a ter um filho com você“, relembrou, sublinhando que a separação não apaga o passado partilhado. “Foi a pessoa por quem nós nos apaixonámos, com quem quisemos estar, viver e ter um filho. Depois, se não deu certo, é um assunto de dois, não é um assunto de três. O pai continua a ser o pai daquela menina e ainda bem que este pai quer estar de 15 em 15 dias com a filha”, apontou a socialite, classificando a frase como “um bocadinho forte”.

A dinâmica da guarda de Caetana gerou também troca de argumentos. Guilherme Castelo Branco salientou que os tribunais privilegiam atualmente a “divisão 50/50”, sugerindo que a guarda maioritária (15 em 15 dias com o pai) “foi porque alguém não o quis”, referindo-se a um eventual acordo entre o casal. António Leal e Silva lembrou as condicionantes logísticas, como o facto de não viverem na mesma cidade, e a tendência geral de as crianças mais pequenas puxarem “mais ao colo da mãe do que ao colo do pai”.

Apesar do aceso debate e das várias interpretações do vídeo, Adriano Silva Martins encerrou o tema com uma certeza que resume toda a polémica em torno das publicações da atriz: “Não vamos pôr paninhos quentes, esta é a minha opinião. É uma frase feita para que nós comentemos”.

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