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Futuro a dois e filhos nos planos: Miguel e Mariana Sá planeiam futuro após o «Big Brother Verão»

Após expulsão do «Big Brother Verão», Miguel Gameiro assume planos com Mariana Sá

Entre a recuperação física para regressar aos relvados e a gratidão pelo sacrifício da mãe, o jovem escalabitano desvendou as prioridades fora do jogo.

A expulsão de Miguel Gameiro da casa mais vigiada do país, no passado domingo, colocou um ponto final na sua estadia no «Big Brother Verão», mas abriu portas à continuidade da ligação afetiva iniciada na Malveira. O jovem de Santarém e Mariana Sá encontraram cumplicidade perante as câmaras e construíram um vínculo que surpreendeu o próprio concorrente: “Aconteceu com uma sinceridade que eu não estava à espera. Ela completa-me mesmo e eu e a ela. Foi mesmo genuína a relação que nós criámos“.

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Com o regresso ao quotidiano, a distância geográfica entre Santarém e Vizela surge como o primeiro obstáculo logístico a superar. Ainda assim, a vontade de manter o elo permanece firme e com cenários em estudo para uma aproximação territorial: “Depende das oportunidades que aparecerem. Falámos possivelmente no Algarve, porque também é uma zona interessante“.

Além dos projetos amorosos, o ex-concorrente tem como prioridade recuperar o ritmo no futebol, modalidade que pratica na Associação Desportiva de Mação e da qual se viu forçado a afastar após uma intervenção cirúrgica ao joelho direito, realizada em fevereiro. O jovem reconhece o atraso provocado pelo período em que esteve na casa, mas recusa abdicar da carreira desportiva: “Foi grave e o tempo de recuperação e de voltar a jogar ia dos 9 aos 10 meses, mas a recuperação estava a correr muito bem. Só que depois de entrar nesta experiência, se calhar fiquei um bocado mais parado, agora chego cá fora e estou um passo atrás dos outros. Mas tenho muitas saudades de pisar um relvado e ser jogador de futebol, nunca vai deixar de ser o meu plano A“.

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A par das ambições desportivas, o jovem recordou momentos marcantes da sua infância, a começar por uma complicação médica grave logo após o parto: “Tive uma septicemia assim que nasci. A minha mãe nem me viu, só saí do hospital ao fim de três semanas“.

O crescimento foi também moldado pela rutura conjugal entre o pai e a mãe, uma realidade que o distinguia dos colegas de turma: “O facto de eu ter tido os pais separados, desde sempre. Eu olhava para os meus colegas e era sempre diferente“.

Nesse percurso, a progenitora assumiu um papel determinante, merecendo palavras de reconhecimento e tributo por parte do filho: “Deu sempre tudo por mim, trabalhou a vida toda por mim, e nunca lhe vou conseguir dar isso“. Essas vivências passadas consolidaram a visão de família que deseja constituir com Mariana Sá: “Como eu não tive os meus pais juntos, eu não quero que aconteça o mesmo com os meus filhos“.

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