O ambiente esteve quente no V+ Fama devido à Catarina Miranda, e podes ver aqui e aqui.
Guilherme Castelo Branco, acabou por tocar no assunto, mas até estava meio com «medo» de opinar, “Eu não sou comentador, portanto acho que não tenho que tomar nenhum partido. Posso falar com liberdade”.
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Depois lá diz o que pensa, “Eu nunca privei com a Catarina, não a conheço pessoalmente. Mas do que vou vendo, acho que as ações falam por si. As pessoas, quando falam demasiado de outras, normalmente revelam mais sobre elas próprias.”
Para Guilherme, a ribatejana mostra sinais claros de instabilidade emocional e de uma constante necessidade de criar narrativas que não encontram correspondência na realidade: “A Catarina é um tipo de pessoa que tem muitas coisas por resolver. Fala de casos, fala de relacionamentos… mas nunca se soube de nenhum relacionamento sério. O único que se soube, falou-se, mas nunca se viu. O que me dá a entender é que ela cria um mundo na cabeça dela. Acha que as pessoas têm relações com ela ou que estão interessadas, quando se calhar nunca tiveram.”
Nesse sentido, Guilherme foi ainda mais longe ao apontar aquilo que considera ser a raiz do problema: um excesso de egocentrismo. “Acho que há ali um egocentrismo muito grande. Ela acaba por projetar nos outros uma realidade que só existe na imaginação dela.”
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