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Diogo Marcelino abre o coração: “Eu desfiz-me a chorar feito Maria Madalena”… e explica porquê!

O ex-concorrente do 'Big Brother All Stars' revela o impacto emocional da nova relação...

Diogo Marcelino saiu do ‘Big Brother All Stars’ sem mágoas, mas com uma nova perspetiva sobre a vida e o jogo.

Cá fora, esperava-o a namorada, Ana, com quem mantém uma relação há quatro meses, e a mãe, Juca. Ambas lhe garantiram que tinham “muito orgulho” nele.

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O concorrente de ‘reality shows’ contou que a presença de Ana tornou a saída mais fácil. “Fui muito feliz lá dentro. Estive lá o tempo que tinha de estar, mas não tinha deixado teams organizadas e, nos tempos de hoje… eu sou old school. E estou cá fora e está tudo bem”, explicou.

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Apesar da felicidade, Marcelino admitiu que a experiência no ‘Big Brother All Stars’ teve um peso emocional diferente das anteriores. A ausência da namorada, com quem a relação é recente, fez-se sentir nos primeiros dias. “Tive uma grande quebra porque estava habituado a estar com ela e não poder abraçá-la foi duro. A Jéssica (Maria) apoiou-me. Eu desfiz-me a chorar feito Maria Madalena”, recordou.

Menos agradáveis foram as tentativas de forçar um romance entre ele e Joana Albuquerque. Diogo não escondeu o desagrado: “Eu até tinha mais proximidade com a Ana (Sousa). E com isso nunca criaram nada. Achei o que fizeram uma desconsideração. Senti que me menosprezaram. O Diogo evoluiu. O tempo passa, nós crescemos e hoje temos um Diogo que é fiel, que dorme de cabeça descansada. E eles achavam que eu ainda era o outro Diogo…”

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Outro momento que o incomodou foi quando o seu passado com as drogas, um capítulo de há mais de uma década, voltou à tona dentro da casa. Francisco Monteiro usou essa história no jogo, algo que Diogo já esperava. “Eu estava preparado para isso. Já sabia que ia encontrar os melhores dos melhores. E o Francisco (Monteiro) usou essa história. Estava psicologicamente inabalável quanto a isso. Hoje não é uma coisa que me afete. Não me ia desestabilizar. Mas não fazia sentido usar isso no jogo como ataque”, atirou.

O “Leão de Sesimbra” fez questão de sublinhar que o problema nunca prejudicou ninguém além de si próprio: “Não fiz mal a ninguém com o meu problema, a não ser a mim mesmo”. Recordou ainda o trabalho de sensibilização que desenvolveu junto de jovens sobre os perigos da droga, uma iniciativa que, lamentavelmente, cessou.

“Infelizmente deixei de o fazer. Não porque quis, mas porque o formador mudou”, lamentou. Marcelino descreveu a experiência como “muito positiva”, explicando que a sua presença e testemunho pessoal faziam a diferença: “O facto de eu estar ali ao lado deles, a falar da minha experiência e de como afetou a minha vida, acabava por tornar tudo diferente. O feedback que tinha do formador era bom porque os miúdos, de repente, prestavam atenção”.

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