José Condessa regressa ao Benfica, mas a justificação para a mudança dá que falar
As razões logísticas e a procura de uma "oportunidade melhor" para o futsalista foram debatidas no 'V+ Fama'.
José Condessa, o futsalista, está de regresso ao Benfica, clube onde fez a sua formação.
A notícia, que agitou o mundo do futsal, foi um dos temas em destaque na emissão de sexta-feira, 25 de setembro de 2026, do programa ‘V+ Fama’, na V+ TVI.
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Guilherme Castelo Branco admitiu não ter percebido de imediato a dimensão da mudança, mas notou que Condessa, ao integrar a equipa B sénior, regressa à casa-mãe. “Ele fez a formação futebolística dele no Benfica”, lembrou o comentador, sublinhando que o atleta é amigo de nomes como Rúben Dias e Rafael Leão, com quem treinou na altura.
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A transferência do Nisa para o Benfica B marca o fim de uma ligação de quatro anos, período em que José Condessa demonstrou “dedicação para com a Nisa”. Contudo, a necessidade de fazer “tantos quilómetros” tornou a situação “logisticamente incompatível com a vida dele”, explicou Castelo Branco, justificando a decisão do jogador.
António Leal e Silva foi direto e sem rodeios na sua análise. “Ele se quis mudar, mudou e mudou muito bem, é livre de mudar para onde quer”, atirou, numa intervenção que Adriano Silva Martins, apresentador do ‘V+ Fama’, complementou, lembrando que Condessa “não é o único que muda”. António Leal e Silva admitiu que “às vezes é difícil, de uns lados para os outros aquilo nem sempre funciona”, mas defendeu a liberdade de escolha.
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O comentador criticou a tendência de “agir aos comentários” e de julgar as decisões alheias, especialmente quando surgem novas oportunidades. “Apareceu uma oportunidade melhor, mais simpática”, disse, com Adriano Silva Martins a completar: “Mais cómoda”.
António Leal e Silva reforçou que “ele é um ser humano como outro qualquer, somos todos iguais, todos temos a família no coração, todos gostamos muito das nossas origens”. No entanto, fez questão de sublinhar que não se revê em quem “renega as suas origens”. “Há coisas que me tocam de uma maneira, porque acho que é uma pessoa que renega às suas origens, Não é uma pessoa, é um horror”, desabafou, sem nomear a quem se referia, mas frisando a importância do “ADN” e das raízes.
A conclusão de António Leal e Silva foi clara: “as pessoas gostam muito de tudo, mas também gostam muito delas, e quando as coisas se juntam e as favorecem e é mais vantajoso, as pessoas vão”. Adriano Silva Martins concordou, afirmando que o importante é que as pessoas estejam “onde estiverem melhor, ao topo”.
“E as propostas surgem, temos pena, por isso é que as pessoas negociam umas com as outras para se chegar às melhores propostas”, rematou António Leal e Silva, fechando a discussão sobre a transferência do futsalista, antes de o programa abordar outros temas do mundo dos famosos.