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Luto na música: Cantor e compositor Duncan Sheik morre aos 56 anos em Nova Iorque

Aos 56 anos, morre Duncan Sheik, vencedor de prémios Grammy e Tony

O artista norte-americano, que se notabilizou na década de 90, não resistiu após um internamento nos cuidados intensivos.

O panorama musical está de luto com a morte de Duncan Sheik, aos 56 anos. O cantor e compositor norte-americano faleceu na noite de quinta-feira, 17 de setembro, em Nova Iorque, poucos dias após ter dado entrada numa unidade de cuidados intensivos, segundo revelaram os meios de comunicação internacionais.

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A confirmação do óbito chegou através de um comunicado partilhado nas redes sociais do artista, citado pelo portal TMZ, que prestou homenagem ao percurso ímpar do músico. “É com profunda tristeza que confirmamos a morte de Duncan Sheik. O mundo perdeu um talento único e uma voz profundamente influente na música e no teatro“, pode ler-se na publicação.

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A mesma nota recordou os principais marcos de uma carreira pautada pelo sucesso. “Desde o seu sucesso «Barely Breathing», nomeado para os Grammy, até ao seu trabalho inovador em «Spring Awakening», vencedor dos prémios Tony e Grammy, a arte de Duncan tocou muitas pessoas e deixa uma marca indelével no panorama cultural“, destacaram os responsáveis pelo comunicado.

Para além da sua veia criativa, a dimensão humana de Duncan Sheik foi fortemente sublinhada: “O Duncan era pai, marido, filho, irmão e amigo. Será lembrado pela sua sensibilidade, humor, inteligência e profundidade de espírito que transmitiu a quem o conheceu e amou“. O texto termina com um agradecimento à onda de apoio prestada pelos fãs e clarifica que o cantor partiu “rodeado de amor”.

De acordo com a revista People, o artista deixa a mulher, Nora Ariffin, e uma filha de sete anos, Ines.

Nascido em Montclair, Nova Jersey, no ano de 1969, Duncan Sheik saltou para a ribalta nos anos 90 com o lançamento do seu álbum de estreia homónimo. O projeto conquistou um disco de ouro nos Estados Unidos e incluiu o tema «Barely Breathing», que o catapultou para o estrelato e lhe valeu uma nomeação aos prestigiados prémios Grammy.

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Após o impacto inicial, o músico consolidou a sua discografia com trabalhos de estúdio como «Humming» (1998), «Phantom Moon» (2001) e «Daylight» (2002). Mais tarde, viria a destacar-se na conceção da banda sonora do icónico musical «Spring Awakening», um projeto aclamado pela crítica que lhe rendeu dois prémios Tony e um Grammy, eternizando o seu nome na história do entretenimento.

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