Em causa está uma sociedade criada em 2011 que a Autoridade Tributária acredita servir para evitar o pagamento de IRS, mas a defesa do apresentador alega que a empresa possui múltiplas atividades legítimas, incluindo a agropecuária.
O programa «V+ Fama», conduzido por Adriano Silva Martins, trouxe a público um dos processos judiciais mais complexos e dispendiosos enfrentados por Manuel Luís Goucha. Segundo o apresentador e o seu painel de comentadores – composto por Isabel Figueira, António Leal e Silva e Guilherme Castelo Branco -, a estrela da TVI terá sido notificada pela Autoridade Tributária (AT) para pagar uma quantia superior a 1 milhão de euros.
A discórdia centra-se numa sociedade constituída pelo apresentador em 2011 que, segundo as informações avançadas por Adriano Silva Martins, o Fisco contesta a forma como Goucha gere os seus rendimentos, alegando que este utiliza a empresa para faturar os seus trabalhos em televisão, pagando assim apenas IRC (imposto sobre empresas) em vez do IRS (imposto sobre rendimentos singulares), que apresenta taxas muito mais elevadas para rendimentos desta magnitude.
Contudo, a defesa de Manuel Luís Goucha não aceita a acusação de “camuflagem” de negócios e, Adriano Silva Martins revelou, após “trabalho de campo”, que a sociedade em questão possui um objeto social vasto que vai muito além da comunicação. “Esta sociedade tem várias atividades abertas, não é só para faturar trabalhos em televisão. Tem também, por exemplo, a exploração de ganadaria“, explicou o anfitrião do «V+ Fama».
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A AT argumenta que existe uma tentativa de ocultar a natureza real dos rendimentos para reduzir a carga fiscal, enquanto o apresentador mantém a posição de que a sua empresa é uma estrutura empresarial sólida com investimentos reais no setor agrícola e pecuário.
O caso segue agora os trâmites legais nos tribunais tributários, onde Manuel Luís Goucha tentará provar que a sua estrutura societária é legítima e que as reclamações do Fisco não têm fundamento.
Caso a decisão final seja desfavorável, o apresentador poderá ser obrigado a desembolsar uma fortuna para regularizar a sua situação perante o Estado.
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