Margarida Corceiro no Grande Prémio de F1: “isto não é por-se ela também na boca do lobo?”
A presença da atriz no evento com Lando Norris gerou um aceso debate no 'V+ Fama'.
Margarida Corceiro no Grande Prémio de Fórmula 1 foi o tema central de debate na emissão de segunda-feira, 14 de setembro de 2026, do programa ‘V+ Fama’.
Apresentado por Adriano Silva Martins, os comentadores Pimpinha Jardim, Cláudia Jacques e Pedro Capitão tiveram opiniões distintas sobre a presença da atriz no evento desportivo, especialmente pela sua ligação passada a Lando Norris, piloto de Fórmula 1.
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Pimpinha Jardim não vê provocação na presença de Margarida Corceiro em eventos de Fórmula 1. Para a comentadora, a atriz “já faz parte do paddock da Fórmula 1 e já faz parte do desfile de beldades” que se associa a estes grandes prémios. Por isso, a presença da atriz, “convidada” por ter “muitos amigos” no meio e ser embaixadora de uma marca de relógios que patrocina a competição, é vista como algo perfeitamente natural e esperado.
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“Se o Lando Norris ficou incomodado, acho que há um problema que só ele lhe diz respeito”, atirou Pimpinha Jardim, afastando qualquer intenção de provocação por parte de Margarida Corceiro. A atriz, recordou, esteve no evento como “embaixadora de uma marca de relógios que patrocina a Fórmula 1”. É, portanto, “normal que ela tenha que ir a estes eventos”, independentemente de Lando Norris — que terminou no pódio, em terceiro lugar, no Grande Prémio do passado domingo, 13 de setembro de 2026 — ser uma das estrelas da competição e seu ex-namorado.
A discussão sobre a natureza da Fórmula 1 também veio à tona. Pimpinha Jardim e Cláudia Jacques concordaram que o universo da alta velocidade se tornou mais do que uma simples corrida nos dias de hoje. “É um desfile de vaidades”, resumiu Pedro Capitão, um ponto com o qual as outras comentadoras alinharam prontamente, reconhecendo a dimensão social e mediática que o desporto motorizado adquiriu. “Para as marcas existe algo”, acrescentou Cláudia Jacques, referindo-se ao inegável valor promocional e de visibilidade que estes eventos oferecem a celebridades e patrocinadores.
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Adriano Silva Martins, apresentador do ‘V+ Fama’, interveio para trazer um novo ângulo ao debate, lembrando o “peso” que Margarida Corceiro carrega nas redes sociais, com constantes ataques e críticas à sua vida pessoal e profissional. “Obviamente ela não pode nunca fazer a sua vida em função de que haja pessoas que não gostem dela e que a ataquem”, admitiu o jornalista, reconhecendo a pressão a que a atriz está sujeita. No entanto, Adriano Silva Martins não deixou de questionar abertamente a decisão de Margarida Corceiro: “isto não é por-se ela também na boca do lobo?”, lançando a dúvida sobre se a presença em tais eventos não alimenta ainda mais a polémica.
Cláudia Jacques não hesitou na resposta, defendendo a estratégia da atriz. “Claro que dá jeito!”, atirou, sublinhando que “não aparecer é estar esquecida” no mundo do entretenimento. Para a comentadora, a visibilidade que Margarida Corceiro consegue, seja por elogios ou pelo infame ‘hate’ online, traduz-se diretamente em benefícios para a sua carreira. “Dá-lhe mané no bolso”, explicou Cláudia Jacques, detalhando que essa exposição se converte em “desconvites, as viagens, os hotéis, os relógios, as cachês”. “Ela realmente tem que continuar a aparecer”, concluiu, defendendo que a exposição pública é um pilar crucial para a manutenção e crescimento da carreira da atriz e modelo.
Pedro Capitão, por outro lado, manteve a sua posição crítica em relação à escolha de Margarida Corceiro. “Eu ainda assim acho que este evento era desnecessário”, declarou de forma categórica, interpretando a presença da atriz no Grande Prémio como um “tom de provocação” clara. Argumentou que a marca que Margarida Corceiro representava podia ter optado por “outros eventos noutro contexto”, que não gerassem tanta controvérsia ou especulação.
Pimpinha Jardim contrapôs imediatamente, salientando que esses outros eventos “não teriam a mesma visibilidade” que um Grande Prémio de Fórmula 1, um palco global de enorme alcance mediático. Pedro Capitão, por sua vez, lembrou que Margarida Corceiro “fez um filme este ano” e “esteve na New York Fashion Week”, questionando se a atriz precisava, de facto, de mais visibilidade, uma vez que já tinha tido outras oportunidades de destaque.
Pimpinha Jardim rematou a discussão, frisando que o evento em questão era especificamente para a promoção de um relógio, justificando assim a presença da atriz no contexto da sua parceria com a marca.