“O Bruno enquanto jogador individual é zero”: Cândido Pereira ‘arrasa’ postura passiva do concorrente
Comentadores divergem sobre a capacidade de Bruno Simão no «Desafio Final»
Diana Lopes acredita que a recente união da casa contra Marisa Susana vem validar os avisos que Bruno Simão fez desde o início do programa.
O comportamento de Bruno Simão e o seu posicionamento face a Marisa Susana continuam a dividir o painel do «Última Hora» pois, durante o espaço de análise na TVI, as opiniões dos comentadores chocaram no que toca à leitura das reais capacidades do concorrente para intervir de forma individual no desenrolar do jogo.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Cândido Pereira não poupou críticas à falta de proatividade de Bruno Simão quando este se encontra desapoiado pois, o comentador sublinhou que a recusa do concorrente em fazer uma dinâmica com Marisa Susana só se alterou quando este se sentiu escudado por outros colegas. “Como sente as costas quentes que o João Ricardo está a falar, já vai mandando algumas larachas. Só prova que o Bruno enquanto jogador individual é zero. Mas depois, quando é no coletivo, quando ele sente apoio, ele ataca em conjunto“, argumentou de forma perentória.
Leia também: Desafio Final – Inês Morais analisa jogo de João Ricardo: “Utiliza a Sara para atacar o Pedro Jorge”
No pólo oposto da discussão, Diana Lopes enalteceu a resiliência de Bruno Simão em manter a sua desconfiança sobre Marisa Susana desde o início do «Desafio Final», acreditando que a atual aversão generalizada da casa contra a finalista lhe veio dar razão. “Acaba por ser uma validação para o Bruno porque ele nunca baixou a guarda em relação à Marisa Susana dentro da casa“, defendeu. A comentadora sublinhou que, agora que a casa partilha da mesma sintonia, o concorrente ganha “mais força para dizer ‘eu é que tinha razão, vocês vieram contra mim, mas afinal eu nunca estive errado em relação a esta pessoa’“.
Inês Morais relembrou que, após o término da edição anterior, o jogador tinha “baixado a guarda”, mas Diana Lopes justificou a ação como um movimento “para benefício do próprio jogo, para tentar ali atirar areia aos olhos do público“.
David Motta expõe caso “gravíssimo” de discriminação em direto na «Passadeira Vermelha»!