Sandro Fernandes amigo de Cristiano Ronaldo é de Extrema Direita e ligado ao Mário Machado
O algarvio da Casa dos Segredos, é de extrema direita!
Sandro Fernandes, o barbeiro de Cristiano Ronaldo, além deste ‘segredo’ tem um outro, revelado pelo jornal Tal & Qual.
Segundo a publicação, o algarvio, que é amigo de Cristiano Ronaldo, é de extrema-direita, e chegou a fazer parte do movimento ‘Nova Ordem Social’, que foi fundado por Mário Machado em 2014. A devoção ao grupo é latente, ao ponto que chegou a tatuar na mão, o símbolo do movimento radical.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
O Tal & Qual, teve acesso a imagens (2019) onde se pode ver Sandro Fernandes a encabeçar uma manifestação da Nova Ordem Social em Lisboa, onde festejavam algo a ver com António de Oliveira Salazar.
Como se apresentou Sandro na Casa dos Segredos?
Aos 44 anos, Sandro, natural de Olhão, conquistou o título de “barbeiro das estrelas”, depois de ter passado pelas cadeiras de jogadores como John Terry e Cristiano Ronaldo. A sua história, porém, não começou com glamour.
A infância foi marcada por dificuldades e provações que, garante, moldaram a sua resiliência. Pai de três filhas, Sandro vive hoje uma relação com uma jovem de 20 anos.
Conhecido pela energia contagiante, pelo humor fácil e por uma teimosia que considera ser motor de superação, afirma que já sobreviveu a muito. Agora, sente-se mais do que preparado para enfrentar o próximo grande desafio da sua vida.
O que era o grupo de Mário Machado?
A Nova Ordem Social (NOS) nasceu em 2014 pelas mãos de Mário Machado, um dos nomes mais conhecidos, do nacionalismo radical em Portugal. Com um passado marcado pelo movimento skinhead e várias condenações na justiça, Machado apresentou a NOS como um espaço de militância de cariz nacionalista, assumidamente inspirado em ideologias neofascistas e neonazistas.
O movimento defendia uma visão de nacionalismo étnico e cultural, rejeitando a imigração, o multiculturalismo e o liberalismo democrático.
A sua comunicação não escondia referências à simbologia do fascismo e do nazismo, o que lhe valeu a adesão de militantes da extrema-direita portuguesa. Apesar de tentar projetar-se como um movimento político estruturado, a NOS teve curta duração. Em novembro de 2019, as autoridades determinaram a sua suspensão de atividades.