Susana Dias Ramos perde a paciência com Francisco Monteiro e atira boca de ter perdido os 100 mil euros
Em noite de análise ao jogo, a comentadora apontou o dedo aos insultos e lembrou o prémio final.
Francisco Monteiro arrumou as malas na casa mais vigiada do país, mas a sua permanência e o papel de Noélia Pereira acabaram por incendiar o diário do ‘Big Brother’ desta quinta-feira, 22 de outubro.
Em estúdio, Nuno Eiró lançou o debate sobre a postura da algarvia, que se estreou no formato em 2020: “A Noélia no jogo, no seu jogo, deita tudo a perder ao colar-se desta forma a um concorrente, seja ele quem for? Neste caso é o Francisco.”
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Susana Dias Ramos não teve dúvidas na resposta: “Deita a perder, mas é aquilo a que a Noélia já nos habituou. A Noélia dentro do jogo acaba por ser aquilo que parece o humanismo puro, acaba sempre por entrar para defender ou para criticar alguém por causa da defesa de outra pessoa. Na realidade, a Noélia existe dentro do reality como uma colazinha do reality. Se tudo estiver bem, ela anda por ali a navegar. Se tudo estiver mal, anda a navegar.”
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O apresentador contrapôs a postura de Noélia em relação a Catarina Miranda: “Aquilo que me faz alguma espécie é que quando a Noélia toma esta posição e diz à Catarina: como é que tu fizeste isto a alguém que dizes que gostas, e como é que tu te aproximas de Miguel que já falou tanto mal de ti. Mas a Noélia está desde o princípio na casa.”
Cinha Jardim interveio para recordar o comportamento de Francisco: “Sim, mas esquecendo-se ela que o Francisco fez exatamente a mesma coisa à Catarina. Portanto, aqui amor com amor se paga, porque a Catarina ainda acho que é mais tolerante para o Francisco.”
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A psicóloga discordou da leitura: “Não sei se tolerante, eu acho que é mais esperta.” A tia insistiu nas críticas à linguagem usada pelo vencedor da edição anterior: “Mais esperta, mas tolerou melhor os insultos todos. O problema do Francisco aqui, para além de eu achar que ele não está muito bem, há qualquer problema ali que nós ainda não percebemos. Eu acho que o Francisco adjetiva muito mal as pessoas ali, tem uns nomes feios que chama a toda a gente. Agora, se uma aceita e passa, porque é que a Noélia está a perguntar à Catarina se ela gosta ou não do Francisco, se já chamou tudo? Não vejo razão nenhuma para isso.”
A estratégia de Catarina no confronto direto mereceu nova intervenção de Susana Dias Ramos: “A Noélia tem uma incapacidade de perceber porque é que ela o está a ignorar. Eu acho que é este o principal problema do Francisco. A Catarina deixou-o positivamente de lado, nem para masmorra ele serve, ele não serve para nada, zero bola. Ele estoura no meio da dinâmica, as outras pessoas vão atrás dele, mas ela não, ela prossegue e anda para a frente.”
O desabafo da comentadora ganhou ainda mais força quando recordou as provocações recentes entre os dois: “O que está a acontecer é a não resposta. O Francisco já fez de tudo o possível e imaginário com a Catarina e ela não lhe responde. Sim, sim, estou habituada a perder. Sim, sim, tens toda a razão. Tu é que és bom. Sem problema nenhum.”
Foi aí que Susana Dias Ramos recordou a curva da vida de Francisco e a perda dos cem mil euros conquistados na edição anterior: “Se eu me chamasse Catarina, naquela conversa dele ontem, que loser, loser, loser, loser, eu tinha-lhe dito na cara: pior do que eu nunca ter ganho, é ter ganho como tu e ter perdido tudo porque sou otária. E ela não lhe disse. Em momento nenhum. Ela engoliu e não partilha absolutamente nada.”
A declaração gerou reações imediatas na bancada. Cinha Jardim atirou: “Esta foi dura, menina. Esta foi dura.” Nuno Eiró brincou com a situação: “Ainda bem que somos amigos dela. Está bem nervosa.”
A fechar o raciocínio, Susana Dias Ramos sublinhou a necessidade de limites no programa: “Tudo se pode dizer a toda a gente ou todas as coisas podem ser explicadas às pessoas de determinada forma. O insulto direto, para mim, precisava de ser sancionado.”
A tensão não ficou por aqui. O diário exibiu ainda a dinâmica em que Catarina atribuiu uma carta de funeral a Miguel Monteiro, dando-lhe acesso ao cofre. Miguel abandonou o momento revoltado, classificando a emissão como “o circo dos horrores”, enquanto Luís resumiu a situação como uma autêntica “palhaçada”.