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Whindersson Nunes confessa ter gasto milhões em drogas e carros de luxo. Saiba quanto!

O humorista brasileiro abriu o livro sobre os excessos do passado e a forma como lidou com a entrada de muito dinheiro na sua conta.

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O humorista brasileiro Whindersson Nunes, uma das figuras mais conhecidas da internet, abriu o livro sobre o lado menos glamoroso da sua ascensão meteórica.

Em conversa com a influenciadora Maya Massafera, no canal de YouTube Hottel Mazzafera, o artista revelou ter chegado a faturar mais de 40 milhões de reais [o equivalente a cerca de 7,2 milhões de euros] num único ano. Contudo, essa fortuna foi, em grande parte, dissipada em excessos: desde viagens de luxo e carros caros até ao uso de drogas e gastos desmedidos com amigos e conhecidos.

Entre os gastos mais extravagantes, Whindersson recordou uma viagem de cerca de quinze dias à Tailândia, que lhe custou a impressionante quantia de 1,5 milhão de reais – ou seja, aproximadamente 270 mil euros.

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A aventura exótica foi partilhada com a então esposa, a cantora Luísa Sonza, e um grupo de amigos. O comediante descreveu o episódio com um tom de quem hoje reflete sobre a megalomania do passado: “Foi uma viagem onde levei umas seis pessoas […] Quando chegamos no hotal a Luísa até disse ‘ajuda o senhorzinho com as malas’, e eu respondi ‘esse velho vai pegar esses negócios e ainda vai pedir gorjeta’ […] Nessa época eu queria não pisar no chão “.

Não se esquivando de temas delicados, Whindersson Nunes admitiu ter gasto uma fatia considerável da sua fortuna “com o que não presta”, confirmando também o uso de drogas durante um período da sua vida em que os excessos eram a norma. Sobre os milhões de reais que entraram na sua conta num ano, o veredito é claro: “Gastei tudo. Com gente e com coisas que não prestam, mas também com o que presta”, afirmou, num misto de confissão e autoavaliação.

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O fenómeno da internet explicou que a transição abrupta da vida simples no interior do Piauí para o estrelato e a riqueza alterou profundamente a sua perceção sobre o dinheiro. Uma crença particular levou-o a um consumo desenfreado: a convicção de que não viveria muito tempo depois de começar a faturar milhões. “Eu trabalhei ali no Piauí meio sem perspetiva. Aí, do nada, comecei a ganhar muito dinheiro. Quando comecei a ganhar muito dinheiro, pensei: ‘eu vou morrer’. Tenho certeza que vou morrer, então vou gastar esse dinheiro”, confessou, revelando uma mentalidade que o impulsionou para a vertigem dos gastos.

Numa perspetiva de quem observou de perto o universo dos muito ricos, Whindersson partilhou as suas impressões sobre o estilo de vida de figuras como o DJ Alok. “Você vai na casa do Alok e a moça coloca uma comida que você nunca viu aquela mistura. É uma alquimia diferente. Quanto mais dinheiro tem, mais ‘massa’ fica as coisas mesmo. É difícil voltar depois que pega o gosto”, comentou, sublinhando a dificuldade de regressar à simplicidade depois de experimentar tais luxos.

Apesar de tudo, o humorista faz questão de manter vivas as memórias dos seus tempos no Piauí, confessando que ainda hoje saboreia “miojo com sardinha” como forma de se reconectar com o passado.

E, numa demonstração da sua relação peculiar com o luxo, Whindersson contou que a compra de um avião particular surgiu de um desejo… por um carro. O objetivo inicial era uma McLaren, simplesmente pelas suas portas que se elevam. “Eu queria um carro que levantava a porta. Era isso que eu queria […] Estava numa fase de vício em carros, cheguei a ter oito na garagem”, desabafou, ilustrando a fase de ostentação em que chegou a ter uma frota de oito veículos.

Atualmente, a sua perspetiva sobre o luxo parece ter amadurecido. “Quando a gente está mais influencer, importa muito mostrar o hotel, mostrar o lugar. Hoje eu estou mais off, então fico em lugar mais tranquilinho”, concluiu, sugerindo uma fase de maior discrição e tranquilidade, longe da necessidade de ostentar que marcou o início da sua fortuna.

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