Renata Reis expõe Helena Isabel e Catarina Miranda na gala do ‘Big Brother’
A conversa aqueceu este domingo, 1 de novembro, depois das imagens exibidas por Maria Botelho Moniz...

A gala do ‘Big Brother All Stars’ deste domingo, 1 de novembro, ficou marcada por imagens quentes e por uma discussão em direto entre várias concorrentes.
Maria Botelho Moniz conduziu o debate e começou por questionar Renata Reis sobre as decisões de Helena Isabel durante a semana, lembrando que, perante o mesmo tipo de comentário, a colega entregou o colar de nomeada a Jéssica Maria e uma pulseira de aliada a Catarina Miranda. “Acha que não interessa o que se diz, mas sim quem o diz?”, perguntou a apresentadora.
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Renata concordou de imediato e justificou o seu ponto de vista com a conveniência estratégica dentro da casa: “Obviamente, e quem dá jeito acaba por dar jeito aqui no jogo. O que acaba por acontecer é que a Helena estava a ter um discurso todo muito bem organizado, onde diz: ‘A única coisa que eu não suporto, mas esta é mesmo a única coisa, por isso é que quando a Jéssica se senta à minha beira, levanto-me. Isto é mesmo a única coisa que eu não suporto’. E fala no tópico de homens. Porém, relativamente à Catarina, a Catarina também acaba por tocar neste tópico indiretamente”.
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Para sustentar o argumento, Renata recordou uma dinâmica recente em que os concorrentes constituíram um pódio onde Helena estava incluída, detalhando a troca de palavras que ali ocorreu e que envolveu também Francisco Monteiro, conhecido como Zaza. “A Catarina vira-se para a Helena e diz: ‘Sabes o que é que eu acho de ti? É que a tua boia de salvamento é o Hélder e o Carlos’. A seguir, o Francisco diz: ‘Olha, eu acho exatamente isso de ti também, acho o mesmo, Catarina’. E a Catarina vira-se para o Francisco e diz: ‘Eu não te admito que digas que eu ando à base de homens ou que o meu jogo é à base de homens’. Ou seja, ela leva isto realmente para o campo que nós subentendemos. Ou seja, a própria Catarina dá a definição do que é utilizar os homens aqui no jogo de alguma forma”, contou.
Depois de uma breve interrupção de Jéssica, Renata concluiu o raciocínio sobre a incoerência que vê nas escolhas da colega: “Catarina dá a própria definição do que é isto, utilizar ou não homens ou viver à base de homens aqui no jogo. A própria diz isto. Portanto, o que é que acontece aqui? Se a Catarina acaba por dizer isto à Helena, a Helena, ao utilizar este critério, que é a única coisa que não permite e não admite, utiliza-o só para a Jéssica e não utiliza para a Catarina”.
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Maria Botelho Moniz sintetizou a ideia perguntando se Jéssica era um alvo e Catarina não. Renata respondeu que não, “porque a Catarina é muito mais componente aqui no jogo”.
Chamada a intervir pela apresentadora, Helena explicou o motivo pelo qual aceitou a observação de Catarina sem se sentir ofendida: “A Catarina falou comigo e, de facto, quando a Catarina sublinhou que eu precisava do Hélder e do Carlos como boia de salvamento, eu tive que lhe dar razão. Mas a conotação que a Catarina atribuiu a isto não foi uma conotação leviana. Percebe isto? Sim, eu precisei deles e preciso deles porque eu adoro-os, como preciso do Miguel, como já estive mais próxima do Francisco. A conotação não é uma conotação como se eu fosse uma mulher leviana, é só isso que eu sinto”.
A apresentadora notou que os dois colegas funcionaram como uma “boia de salvação” por serem amigos que entraram na casa. “Obviamente. Portanto, a Catarina dirigiu-se a mim, também me explicou isso, e eu percebi logo desde o início”, confirmou Helena.
Catarina tomou então a palavra para distinguir o que disse a Helena daquilo que ouviu de Francisco, recordando o apoio que Hélder e Carlos deram à colega durante uma liderança e a prova da bicicleta. “Ó Maria, quem deu a conotação acabou por ser o Francisco na altura, porque eu disse: ‘Tu precisas do Hélder e do Carlos aqui no jogo’. E já tínhamos comentado isto imensas vezes, mas como boia de salvação, porque eles foram tirá-la da cama quando veio a liderança e fazer a prova da bicicleta. Foram fazer isso. Eu não gosto nem dessa conotação, portanto eu jamais vou dar a alguma mulher aqui da casa”, afirmou.
De seguida, Catarina relatou o embate que teve com Francisco sobre a sua própria proximidade a Carlos: “O que acontece é que o Francisco, ou ressabiamento dele que esteve comigo, virou-se e disse assim, por estas palavras: ‘E tu que precisas do Carlos para andares aqui no jogo’. Portanto, o Francisco deu esta conotação porque o Francisco já tinha dito ali no quarto, quando estivemos ali juntos, quando a gente até estava assim mais ou menos, que este flerte com o Carlos poderia correr mal para mim pós-jogo. Portanto, eu associei logo uma coisa à outra. O que eu falei para a Helena é uma coisa, o que o Francisco falou para mim foi outra. E eu disse ao Francisco que eu não lhe admito, mas se o assunto é homens, está respondido, porque eu jogo aqui sozinha”.
Antes de a conversa avançar para outra concorrente, Francisco pediu a palavra para deixar uma última nota sobre o comportamento da colega na casa: “Eu só quero rematar, ó Maria, é factual que a Catarina nos últimos largos dias a única coisa que tem feito é perseguir o Carlos, no bom sentido, claro, é uma perseguição saudável”.
Catarina reagiu de imediato com uma pergunta: “Mas querias que eu te perseguisse a ti?”. Perante a resposta de Francisco, que reiterou tratar-se apenas de “um facto”, a concorrente encerrou a troca de argumentos: “Então está calado”.