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Adriano Silva Martins ataca Sara: “Se não há tabaco, não há tabaco para ninguém”

Cinha Jardim defendeu Sara, justificando que a privação de tabaco é uma necessidade real e criticando as regras do programa

O Extra do Big Brother Verão continuou a analisar as recentes atitudes de Sara, que gastou parte do prémio coletivo para conseguir fumar.

Durante a emissão, os comentadores debateram o impacto da privação de tabaco na casa e a postura da concorrente perante o vício.

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A apresentadora Marta Cardoso questionou se Sara teria aceitado pagar um valor ainda mais alto pelos mesmos cigarros, dada a sua vontade incontrolável, ao que o painel respondeu afirmativamente.

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Cinha Jardim considerou que a concorrente poderia ter negociado melhor, mas justificou a atitude com o desespero de quem sofre com a abstinência: “Mas o que eu acho é que se ele desse imagina, 500 euros não era para um cigarro. Exatamente. Três cigarros o Big também ia deixar. E ela aí foi com tanta necessidade”. A comentadora aproveitou ainda a ocasião para criticar as regras do programa televisivo relativas a este tema: “Eu sempre fui contra e continuo a ser há 20 anos para cá. Retirarem o tabaco. É uma necessidade que as pessoas têm. E só afeta alguns.”

A perspetiva de Cinha Jardim não reuniu consenso no estúdio até porque o Adriano Silva Martins considerou que a responsabilidade não deve recair sobre o jogo, mas sim sobre a própria concorrente: “Mas isso sim é um problema da Sara. Se ela está perdida por causa de não fumar um cigarro durante duas horas, o problema é da Sara e é o problema de todos. Mas e aqueles todos que não fumam?”. Marcelo Palma também interveio na discussão, lembrando que o desconforto faz parte do desafio proposto a quem entra: “Eu gosto, mas aquilo não é o conforto da nossa casa e nós, quando aceitamos entrar, sabemos que vamos ter isto.”

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Adriano Silva Martins rematou a reforçar que todos têm de estar preparados para lidar com as regras estipuladas ao entrarem numa experiência deste género: “A vida é feita de escolha e se eles vão lá para dentro, vão com todas as consequências. E, portanto, se não há tabaco, não há tabaco para ninguém”.

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