Big Brother – Flávio Furtado critica Francisco Monteiro: “Era bom para ser padre”
No extra do 'Big Brother All Stars', o comentador da Terceira avaliou a postura do jogador e considerou que o concorrente precisa de seguidores obedientes na casa.

A madrugada de terça-feira, 20 de outubro, ficou marcada pelo rescaldo da emissão especial do ‘Big Brother All Stars’.
Em estúdio, Marta Cardoso colocou a rivalidade entre Francisco Monteiro e Catarina Miranda no centro da conversa e quis saber em que momento se deu a fratura entre os dois concorrentes.
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A apresentadora abriu o debate ao painel: “Ouvimos um lado, ouvimos o outro, ouvimos quem está mais para o lado do Francisco, quem está mais para o lado da Miranda. Agora vamos abrir aqui as hostilidades, porque isto é um fio longo. Na vossa opinião, em que é que se dá aqui a viragem, e hoje ouvimos tanto a Catarina como o Francisco no especial e deu para perceber aqui um bocadinho mais objetivamente as coisas, em que é que se dá a viragem e por causa de quem?”
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Flávio Furtado começou por separar a relação pessoal que mantém fora das câmaras da análise ao formato: “Custa-me imenso falar sobre Francisco Monteiro, porque é público e eu não escondo que gosto muito de Francisco Monteiro. A pessoa que conheço, a persona que entra nos realities, não gostei na primeira vez, mas lá está, como digo, vou comentar é nesta, nesta também não me tem custado.”
Para ilustrar a leitura que faz do comportamento de Francisco na casa, o comentador recorreu a uma comparação religiosa: “O Francisco Monteiro era bom para ser padre. Padre da igreja católica. Eu sou católico, mas faz-me confusão ir à missa e ficar ali calado a ouvir durante três horas uma homilia que ouvi há um ano, há três, há quatro, há cinco.”
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O comentador continuou na mesma linha, sustentando que Francisco procura interlocutores que aceitem a sua palavra sem questionar: “O Francisco precisa de ovelhas. Ele é o pastor, está ali, faz a pregação da palavra, e as pessoas têm que estar ali. Amém. E dêem paz ao Senhor, eu vos acompanho. E vai tudo feliz na paz do Senhor, se for como o Senhor quer. Neste caso, o Senhor com s pequeno, porque o Senhor com S grande está lá em cima a olhar por nós, que é o Francisco Monteiro.”
Flávio concluiu o raciocínio apontando o dedo à atitude competitiva do jogador: “É isso que me faz confusão no jogo de Francisco Monteiro. Acho que ele é mimado. Eu tenho o privilégio de conhecer um outro Francisco Monteiro.”