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Francisco Monteiro afasta Catarina Miranda: “Convivência da minha parte não vai existir mais”!

O concorrente colocou um ponto final na relação com a colega durante um confessionário tenso conduzido por Maria Botelho Moniz...

Sentados em extremidades opostas do sofá do confessionário, Francisco Monteiro e Catarina Miranda deixaram bem claro o ambiente de rutura que se vive na casa do ‘Big Brother All Stars’.

O compasso de espera terminou logo nos primeiros segundos da conversa com Maria Botelho Moniz, quando a apresentadora reparou na distância física entre ambos e questionou o concorrente sobre o seu estado de espírito.

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“Não, não, estou chateado com o mundo”, reagiu de imediato Francisco. Perante a tentativa da anfitriã de acalmar os ânimos, o jogador atirou sem rodeios sobre a sua presença naquele espaço: “Eu por mim nem tinha entrado”.

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A conversa ganhou tração quando Maria Botelho Moniz lembrou as palavras de Catarina, que na segunda-feira, 19 de outubro, durante a atribuição de um poder, assumiu que já não conseguia olhar para o colega. Chamada a justificar o afastamento, Catarina explicou as razões do desgaste: “Acho que o Francisco não me consegue respeitar enquanto jogadora nem enquanto pessoa. Acho que o Francisco não vê nada de bom em mim, nem sequer sei porque é que ele se dá comigo”.

A concorrente explicou ainda que tentou manter uma postura de apoio no passado, mesmo tendo ouvido palavras duras logo no arranque da competição: “Ele já disse na minha cara na primeira semana que não gostava de mim e se calhar eu, por gostar dele e sempre o admirei, continuo a ter uma versão que eu quero criar na minha cabeça e acho que chegou à altura de parar”. A jogadora recordou a fase em que o colega foi líder, lembrando que a sua nomeação direta resultou de uma estratégia combinada entre ambos: “Participei na liderança dele, dei o meu melhor na liderança dele, sempre o defendi, sempre estive com ele e agora na minha liderança vai ali para dentro por uma dinâmica e começa a vir cá para fora dizer que eu falei mal deste e falei mal daquele”.

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Catarina lamentou a postura do companheiro de casa perante o seu momento de comando: “Acho que ele não está a saber respeitar as decisões que eu estou a tomar, não está a saber respeitar as posições que eu estou a dar no jogo”. A concorrente justificou também a exclusão do colega das tarefas diárias por querer distância, frisando a autonomia das suas opções estratégicas: “Ele pode questionar as minhas decisões, mas nunca os meus resultados. Quem vai decidir é o povo aí fora, o veredito final. Eu acho que estou bem, acho que a minha posição está correta, nunca fiz nada de mal ao Francisco”.

Depois de ouvir Francisco murmurar em tom irónico que tudo eram “coisas da cabeça do Francisco”, Catarina criticou o comportamento do colega: “Se ele quer ter esta atitude, este ressabiamento, que nunca vi uma liderança com tantos benefícios (…) deixa-me estar”.

Questionado por Maria Botelho Moniz sobre se existiu uma aliança que agora se desfaz, Francisco negou que alguma vez tenha havido um pacto formal entre ambos: “Nunca foi uma aliança, foi uma convivência, uma convivência quase que imposta, porque começou a partir do momento em que eu não escolhi a Catarina para o quarto do líder, ela acabou por ir para lá”. O concorrente confessou o cansaço acumulado: “Passou um mês e meio de programa mais ou menos e já me custa ouvir as vozes deles. (…) Eu quero acreditar que é jogadora, porque eu quero acreditar que não estou a conviver com uma pessoa assim”.

Sobre a possibilidade de colaborarem em momentos estratégicos pontuais, a resposta foi taxativa: “Ao contrário do que ela possa pensar, eu não preciso da Catarina para absolutamente nada”. Francisco relatou uma discussão recente no quarto e traçou a linha divisória para as próximas semanas: “Pedi-lhe para ela não me dirigir mais a palavra em termos de convivência aqui. Falamos em dinâmicas, falamos aqui, por muito que eu não quisesse, mas vou respeitar aquilo que me pedem. Falamos em galas, falamos quando nos pedirem, mas convivência da minha parte não vai existir mais”.

O concorrente desvalorizou ainda qualquer narrativa de proteção mútua, apontando a falta de partilha na atual liderança: “Sabe em quantas coisas eu participei até agora da liderança da Catarina? Zero. Sabe quem é que escolheu as coisas todas? A Catarina”.

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