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Cinha Jardim arrasa Francisco Monteiro: “A maneira como ele diminui os outros concorrentes”

Comentadora avalia o jogo do vencedor e critica palavras usadas no 'Big Brother All Stars'...

A rescaldo da décima gala do ‘Big Brother All Stars’ marcou a manhã desta segunda-feira, 2 de novembro, no ‘Dois às 10’.

Gonçalo Quinaz, Cinha Jardim e Adriano Silva Martins sentaram-se ao lado de Cristina Ferreira e Cláudio Ramos para passar em revista os episódios mais tensos da casa mais vigiada do país. Entre acusações de bullying e conflitos entre concorrentes, o comportamento de Francisco Monteiro esteve no centro da conversa.

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O debate aqueceu com as queixas de Renata Reis, que apontou o comportamento de Carlos como bullying. Adriano Silva Martins reagiu com ironia à facilidade com que o termo surge no jogo: “Ai, credo, agora é o bullying. Quando eles souberem que o problema cá fora agora é a habitação, vão atirar-se à habitação.”

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Cláudio Ramos fez questão de lembrar que o peso das declarações dentro da casa não pode ser desvalorizado: “Eles também têm responsabilidades, tanto no que fazem como nas palavras que usam.”

Foi nesse momento que Cinha Jardim interveio para manifestar o seu desagrado com a postura de Francisco Monteiro. Apesar da proximidade que sempre manteve com o vencedor de edições anteriores, a comentadora não escondeu o incómodo com as expressões que o concorrente escolhe nas discussões.

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Cláudio Ramos começou por notar que são raras as vezes em que a comentadora critica o concorrente. Cinha Jardim confirmou: “Foram raras, mas não interessa. As palavras que ele diz para os outros concorrentes, não é só os adjetivos, é a maneira como ele fala, é a maneira como ele diminui os outros concorrentes.”

A comentadora recordou depois o percurso de Francisco Monteiro nos vários formatos em que participou, sublinhando que a sua leitura sobre ele mudou com o tempo: “Para mim sempre foi o Zaza, depois de ter ganho aquele programa, quando entrou no Desafio. Adorei o Zaza. Depois entrou num que era o Miguel, que estava aí, e ele vestiu que nem o Miguel também e tudo. Aí eu lembro-me de trazer uma lista dos nomes todos que ele gostava de ouvir.”

Adriano Silva Martins concordou com a observação sobre o vocabulário usado pelo concorrente no jogo: “Ele é o rei da adjetivação, isso é verdade.” Cláudio Ramos acrescentou ainda que essa postura teve consequências diretas na dinâmica do concorrente: “E foi aí que ele quase deixou de falar.” Cinha Jardim concordou com a observação: “Pois foi. Está bem, mas era ele que dizia, não era eu.”

Com as próximas nomeações em perspetiva, a conversa derivou rapidamente para as contas da casa e para as saídas iminentes. Cristina Ferreira lançou o exercício ao painel: “Mas então agora imaginem, Francisco, Carlos, Miguel, ainda não sabemos o que é que vai acontecer hoje aqui nas nomeações.”

A resposta de Cinha Jardim foi imediata: “Aí não sei, o Carlos sai.”

Gonçalo Quinaz acompanhou o prognóstico e alargou o cenário a outros nomes em risco. Para o comentador, mesmo num leque mais alargado de nomeados, o desfecho parece previsível: “Então ali entre os três, vamos colocar a Helena, porque teoricamente a Helena está nomeada. Se for até à Helena, vai aqui mais alguém, ainda vai mais alguém, obviamente serão cinco. Mas a pormos isto até à Helena, eu diria que sai o Carlos.”

Cláudio Ramos procurou testar outro confronto e questionou o grupo sobre uma disputa com Catarina Miranda. A resposta de Adriano Silva Martins foi peremptória: “Eu também acho que sai o Carlos.” Quinaz reforçou a mesma posição: “Até à Catarina Miranda, eu digo que sai o Carlos. Eu acho que a Helena tem mais força do que o próprio Carlos.”

O apresentador das manhãs da TVI quis saber se Helena teria resistido caso tivesse ido a votos esta semana. Adriano Silva Martins considerou que a concorrente teria condições para continuar: “Eu acho que ficava. Sabes que eu acho que acabou por ficar equilibrada a história entre a Ana e a Helena Isabel.”

Para Gonçalo Quinaz, a chave do resultado reside no sistema de votação adotado pelo programa. O comentador explicou a diferença crucial entre as duas mecânicas: “Eu acho que há uma diferença muito grande de votar para salvar e votar para expulsar. Portanto, isto é votar para salvar. Se me perguntassem se isto era votar para expulsar, ela ficaria ou saía? Aí não sabemos. Agora, a votar para salvar, ela vai ficar.”

A fechar a análise aos desentendimentos da casa, Cristina Ferreira sugeriu que os ânimos exaltados também se devem a pequenas privações do quotidiano: “Mas eu acho que a coisa equilibrou por causa do descafeinado.” Cinha Jardim concordou: “Sim, também.”

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