
O estado de saúde da princesa herdeira da Noruega, Mette-Marit, sofreu um agravamento significativo nas últimas horas.
A notícia de última hora foi avançada no programa V+ Fama, onde se detalhou que a realeza de 52 anos foi incluída numa lista de espera para um transplante pulmonar, na sequência de uma forma rara de fibrose pulmonar diagnosticada em 2018.
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Durante a emissão televisiva, o apresentador Adriano Silva Martins partilhou o comunicado oficial da Casa Real norueguesa. “Como consequência da sua doença pulmonar crónica, potencialmente mortal, e após exaustivos exames de saúde, sua Alteza Real, a princesa herdeira, Mette-Marit, foi incluída numa lista para um transplante de pulmão”, leu em direto. A gravidade da situação foi corroborada por Are Holm, pneumologista do Hospital Universitário Rikshospitalet de Oslo, que explicou: “Após uma avaliação médica completa, foi incluída na lista de doentes que serão submetidos a um transplante pulmonar assim que possível”.
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Enquanto aguarda pela intervenção cirúrgica, Mette-Marit está impossibilitada de exercer as suas funções oficiais. A fragilidade do seu estado clínico obrigou a alterações imediatas na agenda de toda a família real.
O príncipe herdeiro Haakon interrompeu uma viagem ao Japão para estar ao lado da mulher, enquanto a princesa Ingrid Alexandra suspendeu os seus estudos na Austrália, viajando de urgência para Oslo, onde deverá permanecer durante os próximos meses. Celebrações importantes, como as bodas de prata do casal, previstas para agosto de 2026, foram adiadas, e a presença nas bodas de ouro dos reis da Suécia, a 13 de junho, foi cancelada.
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No estúdio, a notícia gerou consternação entre os comentadores. António Leal e Silva sublinhou a vulnerabilidade humana perante a doença. “É muito complicado e só prova que as doenças não escolhem classes sociais, nem nomes, nem nobres, nem republicanos, nem coisa nenhuma”, refletiu, descrevendo os problemas pulmonares como causadores de um “sofrimento atroz” e de um “cansaço extremo”. Por sua vez, Cláudia Jacques recordou as recentes aparições públicas da princesa, notando que a mesma surgiu “sempre com o oxigénio”, acompanhada por um funcionário que transportava o aparelho.
O agravamento da fibrose pulmonar surge num período que Adriano Silva Martins classificou como um “ano horribilis” para Mette-Marit. A comentadora Cláudia Jacques concordou com a dureza do momento: “É um ano terrível para ela e para a família, para o marido também”. Para além da batalha contra a doença, a princesa tem enfrentado uma intensa pressão mediática. No início do ano, foram reveladas ligações e contactos frequentes, entre 2011 e 2014, com o falecido criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein.
A somar às polémicas internacionais, o seu filho mais velho, fruto de uma relação anterior, Marius Borg Høiby, foi recentemente a julgamento acusado de violação, crime que o próprio nega.
O veredicto é esperado no próximo dia 15 de junho e o advogado de defesa chegou mesmo a solicitar a liberdade condicional do arguido, invocando precisamente o frágil estado de saúde da mãe.