O DIOGUINHO chegou à fala com António Coelho, conhecido por todos como Toni, o compadre e companheiro de toda a vida de Marco Paulo.
Faz hoje, 24 de Novembro, 13 meses que o ídolo da música portuguesa partiu para sempre.
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De forma educada e simpática, o pai de Marquinho ouviu as nossas questões e respondeu que, para já, não tinha “nada a dizer”. Ou melhor, numa única frase, deixou a resposta às muitas dúvidas e comentários. Ou seja, revelou em primeira mão que vai ser tudo resolvido “no sítio certo”: “Nada a dizer agora, só no sítio certo, obrigado e desculpe”.
Acerca da polémica na ‘Passadeira Vermelha’, da SIC, canal onde Marco Paulo teve um programa nos últimos anos de vida, também vai tudo para o “sítio certo”. Devido a um problema técnico, foram para o ar, na SIC Caras, antes do início da tertúlia apresentada por Liliana Campos, conversas onde se ouviu que “a mãe do Marquinho foi barriga de aluguer do Marco Paulo”, “o Toni dá para os dois lados”, entre outras afirmações.
De resto, Maria Violante já havia dito ao DIOGUINHO que se sentia “humilhada” perante o episódio do ‘Passadeira’.
Outros temas que seguem para as teias da lei, têm a ver com declarações onde Dudu disse que Toni “o está a enganar”, que “nunca vai perdoar o Marco pelo herdeiro secreto” e que é tratado “abaixo de cão” pelo compadre.
Em relação à herança, “nada de novo”. “Não está nada fácil, vamos ter outra reunião, outra vez com os advogados, mas não está nada fácil, vamos todos para o tribunal. 99,9% de certeza que só se vai resolver no tribunal, não há mais nada a fazer”, declarou o bombeiro ao nosso site.
Ao DIOGUINHO, Dudu referiu que “o Toni deixou claro que nunca há-de perdoar o Marco por me ter deixado os 10%. Tenho direito a ir às três casas, quando eu quiser, à de Sintra, Sesimbra ou Algarve. Ninguém me pode impedir de lá entrar. Mas eu nunca estive a agir de má-fé. Eu até hoje nunca quis ir a nenhuma casa. Se eu chegasse agora lá a Sintra, olha, quero ver o que é que há aí dentro. Eu nunca fui lá ver, por exemplo. Mas claro que tenho direito, agora. E eu aqui não estou a fazer isso porque eu sei que é a casa deles. Sei que é uma casa que lhes diz muito. Onde viveram sempre”.
E continuou: “A partir do momento em que eu decidi ir para o Tribunal, se eu perder o respeito a toda a gente, vou para lá… Se é guerra que quer, é guerra que vai ter! Por exemplo, na única reunião que tivemos, no dia em que entrei no ‘Big Brother Verão’ (22 de Julho)… Só quem fala é o pai. O pai é que diz o que é, e o que não é, e o miúdo nem tem voto na matéria. Comigo tem uma postura bruta. Do género, ele é que é o dono e ele é que sabe. Neste momento, nem os advogados se conseguem entender, não há entendimento possível. Isto já não há hipótese, esquece. Nem vale a pena estarmos aqui em negociações. Já me facilitaram acesso ao que está nas contas, só que eu não acredito naqueles valores. Mostraram-me uma conta. São 56 euros. Não acredito. Nem eu, nem ninguém”.