Joana Marques brinca com pagamento de 31 mil euros dos Anjos e painel do V+ Fama reage: “Provocadora até ao fim”
Cláudia Jacques, Pimpinha Jardim e Isabel Figueira debateram a atitude da humorista após o desfecho judicial.
O desfecho do processo judicial que colocou frente a frente Joana Marques e os irmãos Rosado (Os Anjos) foi um dos temas em destaque na emissão de hoje do V+ Fama.
O apresentador Adriano Silva Martins abriu a conversa anunciando que “Joana Marques já recebeu o pagamento por parte dos Anjos”, referindo-se à liquidação das custas processuais no valor de 31 mil euros, e destacou a forma irónica como a humorista reagiu à notícia.
A comentadora Cláudia Jacques não hesitou em classificar a radialista como “muito provocadora”, mas enquadrou a postura no perfil profissional da criadora de conteúdos. “A Joana, como brincalhona que é, brinca com isto também porque tudo serve para fazer uma piada”, justificou, acrescentando: “Ela não se importa de ser desagradável porque encontra piada nessa forma de ser desagradável com os outros (…) uns entendem a piada, outros não entendem o desagradável. Pronto, tudo depende do ponto de vista de cada um”.
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Pimpinha Jardim revelou algum alívio pelo desfecho do caso: “Finalmente chega ao fim este processo que eu acho que não beneficiou ninguém”, disse, embora ressalvando que “a Joana acabou por pegar em algumas situações do processo, fazer o espetáculo dela e aproveitou a situação para fazer humor disso”. Relativamente à capacidade de encaixe para o humor satírico de Joana Marques, a comentadora confessou: “Acho que cada um tem que ter ali uma personalidade um bocadinho… diferente da minha, não é? Eu não sou humorista”.
Ainda assim, garantiu que lida bem com a ironia, desde que não atinja o seu círculo mais próximo. “Tenho poder de encaixe. Incomoda-me mais quando toca aos que eu gosto, quando é com a minha mãe ou com a minha irmã (…) do que propriamente comigo”.
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Por sua vez, Isabel Figueira teve uma leitura mais abrangente de todo o mediatismo que rodeou a ação judicial, considerando que o caso serviu de barómetro para o meio artístico português. “Levantaram aqui várias questões até sobre os limites do humor. E eu acho que, em certa parte, foi interessante, conseguimos perceber as perspetivas de vários colegas da Joana Marques, de atores, de artistas”, analisou a comentadora. “Ao contrário de ‘se calhar era preferível isto não ter existido’, eu acho que ainda bem que existiu, porque aqui ficámos também a perceber o lado de várias pessoas”.
Quando questionadas pelo apresentador sobre se a constante provocação da humorista – mesmo após o fecho do processo – não seria um pouco “demais“, Isabel Figueira defendeu a radialista. “Acho que está no sangue (…) já lhe sai automático. Não acho aqui nada que tenha um sentido provocatório. Acho que é a Joana Marques a ser Joana Marques”, rematou.
A conversa encerrou num tom de pura brincadeira, com Adriano Silva Martins a fingir estar zangado com a humorista e a fazer-lhe um apelo direto. “Estou chateado com a Joana por dois motivos. (…) Eu acho que ela goza pouco e acho que ela pega pouco neste programa. Acho que a Joana pega pouco e podia pegar mais, porque temos aqui grandes momentos hilariantes“. O outro motivo? “Mandei uma mensagem há 10 dias e ainda não me responde”, brincou o apresentador.