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Marta Gatinho ‘falou’ ao ‘V+ Fama’ após faltar ao aniversário do filho de João Palhinha

Contactada pela produção do 'V+ Fama', a atual namorada do futebolista preferiu manter-se em silêncio sobre o namoro e a ausência na celebração familiar.

João Palhinha celebrou mais um aniversário do filho mais velho, João Maria, mas a festa ficou marcada por duas ausências.

Nem Patrícia Palhares, ex-mulher do futebolista do Benfica e mãe do menino, nem Marta Gatinho, a atual namorada, estiveram presentes. O tema esteve em análise no ‘V+ Fama’, do V+ TVI, na quarta-feira, 28 de outubro.

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Adriano Silva Martins começou por dar conta do ambiente vivido na comemoração e revelou a tentativa de reação junto de Marta. “João Palhinha celebrou mais um aniversário do filho mais velho, João Maria, e foi uma festa muito animada. Havia bonecos, havia balões, a família estava unida, mas havia duas ausências de peso. Nem Patrícia Palhares, a ex-mulher do jogador e mãe de João Maria, nem Marta Gatinho, a atual namorada do futebolista, marcaram presença”, introduziu o apresentador.

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A produção do formato, através das produtoras Rita e Francisca, contactou a jovem, que preferiu manter a reserva. “A Marta atendeu o telefone da nossa equipa, mas a Marta muito discretamente declinou o nosso convite para comentar a sua relação com João Palhinha e também o aniversário do filho. Disse que não se sentia cómoda e confortável ao falar deste assunto”, relatou Adriano, acrescentando os detalhes que lhe chegavam da régie: “Isto é um trabalho de equipa e dizem que foi educadíssima, que atendeu o telefone e disse: ‘Vais-me desculpar, mas não me sinto confortável para falar destes temas'”.

Para Isabel Figueira, a posição assumida por Marta Gatinho e o modelo da festa justificam-se pela fase recente do namoro, preferindo destacar o papel paternal de Palhinha. “Compreendo, porque é uma relação que está no início. Aqui o aniversário é para os pais nesta fase inicial. O que me interessa é que o João Palhinha é um pai presente, está presente no aniversário do filho. Foi também por isso que ele veio para Portugal, para estar mais perto de quem mais ama”, disse.

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Sobre a ausência de Patrícia Palhares, Isabel considerou a situação normal e reiterou os elogios ao jogador: “O facto de não estar a mãe, podem estar a fazer duas festas diferentes. Isto acontece muito em casais que são separados. A introdução de um novo elemento nestas coisas às vezes requer mais tempo, às vezes não. Portanto, é a escolha de cada um. Aquilo que vou frisar é que João Palhinha fez uma festa de aniversário para o filho, está presente na vida do filho. O filho é que lucra com isto, com a presença do pai no desenvolvimento da vida dele, e fico genuinamente feliz, porque não há nada que seja mais importante para o desenvolvimento dos filhos do que a presença tanto do pai e da mãe sempre, em todas as fases na vida, incluindo nas fases adultas. A vida privada dele é a vida privada dele. Sei que nós muitas vezes falámos aqui sobre isso, sobre a nova namorada e a mãe. O que interessa é que ele esteve presente, está cá, voltou para Portugal, que esteja presente na vida dos filhos”.

Cláudia Jacques partilhou da mesma visão, notando a felicidade dos avós e a pouca idade da criança como razões para manter o evento restrito. “Vê-se claramente que os avós ali, a mãe, super felizes. E a festa foi mesmo para a família, porque são muito pequeninos, ainda não estão na fase dos amigos, de convidar amigos e de brincarem. É muito pequenino ainda. E acho muito bem que a atual namorada tenha esse papel discreto, não esteja já a querer estar presente em momentos que são realmente de família. Virá o tempo, se a relação evoluir, e tudo a seu tempo. Acho que teve muito bom senso, tanto ela como com certeza o Palhinha, porque ele também com certeza assim achou que era melhor, porque para as crianças também de repente conhecerem já outra pessoa ao lado do pai não é fácil”, apontou.

Depois de Adriano Silva Martins observar que “eles são pequeninos e é tudo inconsciente”, Cláudia reforçou a ideia de proteger o menino: “São pequeninos e pode chocar o menino e não vale a pena. E a festa é dele, é da criança e da família. Não misturar assuntos, acho que está lindamente assim”.

António Leal e Silva alinhou nos parabéns ao futebolista, mas deixou uma crítica às celebrações divididas entre ex-casais. “Eu subscrevo tudo o que foi dito, acrescento só que dou os parabéns ao João Palhinha por proporcionar ao seu filho um aniversário. É muito importante para as crianças comemorarem o aniversário e se os pais podem, têm disponibilidade, acho que devem fazer porque isso contribui para o seu crescimento saudável. Porém, eu, ao contrário de muita gente, sou totalmente contra pais separados fazerem festas separadas. Eu acho que tem que haver por parte dos pais sempre o superior interesse das crianças e devem comemorar juntos. Até vou mais longe, se já têm um outro companheiro ou companheira, deve acompanhar e estar presente, porque também faz parte da vida das crianças. Se não têm, que é o caso, ou não, tem que se aguardar”, afirmou.

No que toca à apresentação de novos parceiros aos filhos, António concordou com as colegas de painel e deixou um aviso: “Subscrevo o que disse a Cláudia e a Isabel, que é: tudo tem um tempo, chegará o seu tempo. Não faz bem à educação das crianças, à sua formação, os pais e as mães estarem sistematicamente a mostrar companheiros e companheiras. Isso é uma ciganaria e não funciona. E é péssimo baralhar a cabeça dos miúdos. Todos os dias têm uma tia nova e todos os dias têm um tio novo a tomar o pequeno-almoço. Não podem. Os pais podem refazer a sua vida, podem ser felizes e viver como entenderem”.

Questionado por Adriano sobre se aplaudia a prudência dos jovens, António sublinhou que o passo deve ser dado em conjunto pelo casal quando houver estabilidade: “Tem que haver prudência, cada coisa a seu tempo. Se a relação funcionar e se tornar mais estável, se o João Palhinha e a Marta Gatinho entenderem, tem que ser os dois, não é o João Palhinha que decide, é os dois entenderem que aquilo já está com um ritmo, então será a altura certa para apresentar às crianças. Não se deve apresentar logo aos miúdos sempre que há uma tentativa, tem todo o direito, tanto a mulher como o marido, mas não se deve estar sempre a apresentar, isso não faz bem aos miúdos”.

Com a concordância do anfitrião, António rematou com ironia sobre a sua falta de formação na área, dizendo que “não sou psicólogo, deixo isso para as psicólogas especializadas que agora há imensas, maravilhosas” e que “nem percebo nada disso”, enquanto Cláudia concluiu que “temos que ser prudentes no princípio das relações e cuidadosos”.

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