Melania Trump falha jantar: Ausências “perigosas” segundo biógrafo
Melania Trump não vai marcar presença no jantar de correspondentes da Casa Branca, justificado como “compromisso prévio”
Melania Trump não vai marcar presença no jantar de correspondentes da Casa Branca, um evento que, a 24 de agosto de 2026, três meses depois do cancelamento inicial, ganha uma nova dimensão.
A ausência da primeira-dama, justificada pela Casa Branca como um “compromisso prévio”, surge num momento em que a segurança é uma preocupação acrescida.
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O jantar, que habitualmente se realiza no Washington Hilton, muda este ano para o Waldorf Astoria. A decisão de o adiar foi tomada após Cole Tomas Allen, o alegado atirador que ameaçou o evento, ter sido detido. Em maio, Allen declarou-se inocente de todas as acusações em tribunal.
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JD Vance, que acaba de ser pai pela quarta vez, de Alec, com a mulher Usha, também não irá ao evento.
Weijia Jiang, presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA), descreveu o encontro como uma “reunião mais íntima”. Jiang explicou que este jantar não é apenas uma oportunidade para cumprir o programa: “Será uma declaração de que a violência não tem lugar na vida americana e uma imprensa livre não será intimidada ao silêncio. Como todos demonstraram, a coragem e a comunidade podem e devem estar acima”, atirou.
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As preocupações com a segurança são palpáveis. Sean Curran, diretor do Serviço Secreto, admitiu que a vigilância será apertada: “Esperamos que apareçam pessoas más. É apenas uma realidade do ponto onde estamos”. Matthew Quinn, diretor adjunto, sublinhou que não veem o evento como uma mera repetição: “Não estamos a encarar isto como uma repetição de um jantar. Estamos a encará-lo como um local presidencial com membros do gabinete e outras pessoas protegidas, tal como em todos os locais onde vamos”.
A notícia da ausência de Melania surge também depois de o biógrafo Michael Wolff ter sugerido que a primeira-dama poderá tornar-se um “problema” político para a Casa Branca. Numa conversa no podcast ‘Inside Trump’s Head’, do ‘The Daily Beast’, Wolff, um crítico de longa data do Presidente, contou que as ausências de Melania podem ser “perigosas” para Donald Trump. O biógrafo lembrou ainda que a primeira-dama já criou problemas com algumas das suas declarações e aparições.
“Quer dizer, nas vezes em que ela apareceu, isso não foi bom para eles”, disse Wolff, apontando para a conferência de imprensa onde Melania tentou distanciar-se de Epstein. “A coisa de Epstein, chamar a atenção para isso. A sua atitude peculiar sobre tudo… as suas ausências estratégicas. Isto não é bom para eles, e não é necessariamente controlável para eles”, acrescentou.
A relação entre Wolff e a administração Trump tem sido tensa. Steven Cheung, diretor de comunicação da Casa Branca, já tinha chamado a Wolff um “mentiroso” e um “fraudulento”.