Em plena época tauromáquica, o toureiro explica como pretende conciliar a preenchida agenda profissional com a chegada da bebé.
Luiza Abreu e João Moura Caetano preparam-se para dar as boas-vindas à primeira filha em comum, que receberá o nome de Maria Guiomar. A escolha funciona como uma dupla homenagem familiar: “Maria” remete para a mãe da cantora, enquanto “Guiomar” celebra a linhagem do toureiro, sendo o nome da sua mãe e da sua avó materna. Em declarações exclusivas à TV 7 Dias, o cavaleiro partilhou o entusiasmo e a expectativa que rodeiam esta nova etapa.
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“Estamos a viver esta fase de forma muito feliz. Está a ser uma gravidez dentro da normalidade e temos enfrentado esta fase com tranquilidade e na esperança que corra tudo bem até ao fim. Estamos ansiosos, no bom sentido, de poder abraçar a nossa filha“, revelou o alentejano, detalhando que a artista tem conseguido manter o bem-estar nesta fase final, embora com os cuidados naturais que o momento exige. “Como todos nós sabemos, há fases fáceis e outras menos, a Luiza tem passado bem. Está a fazer uma vida calma, mais devagarinho porque está numa fase em que lhe custa mais fazer as coisas“, explicou.
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Apesar de já ter experiência na paternidade – sendo pai de António, fruto de um relacionamento anterior -, João Moura Caetano admite que a vinda de um bebé acarreta sempre um misto de emoções. “Dá sempre alguns nervos e alguma ansiedade com a chegada de um filho“, confessou, sublinhando o desafio de gerir os compromissos profissionais num ano em que celebra duas décadas de alternativa e 34 anos de ligação ao toureio. “Também estou numa fase de muito trabalho, com uma atividade tauromáquica muito intensa, tento desdobrar-me em trabalho e na vida familiar para poder chegar a todos os sítios e estar o mais presente possível“, acrescentou.
O nascimento da bebé está planeado para acontecer no Porto, cidade onde a cantora residia antes de se fixar no Alentejo. “Foi um desejo da Luiza que eu prontamente concordei. Mas isto nunca se sabe, como ela vai estando entre o Alentejo e o Porto, às vezes pode haver uma alteração de última hora e ter de nascer aqui no Alentejo“, esclareceu o cavaleiro.
Uma das grandes incógnitas neste momento prende-se com a presença do toureiro na sala de parto, uma decisão que ainda não está totalmente tomada devido ao impacto emocional do momento. “É possível que não, porque se calhar o meu nervosismo ou a minha ansiedade nessa situação prejudiquem em vez de ajudar, mas sinceramente ainda não decidimos isso“, confessou, entre risos.
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Com cerca de 50 espetáculos programados para esta temporada, o cavaleiro reconhece que a gestão do tempo exigirá um esforço redobrado após o parto. “Tem sido relativamente fácil conciliar porque a menina ainda não nasceu. Quando ela nascer vai ser mais complicado, vou ter muito mais vontade e necessidade de estar permanentemente ao pé das duas“, concluiu, mostrando-se focado em garantir uma época estável e sem contratempos físicos.