Após o triunfo em Milão, o treinador encarnado prepara-se para devolver a titularidade aos habituais indiscutíveis, mantendo a aposta no jovem lateral-direito.
O Benfica desloca-se esta noite ao Estádio do Dragão para defrontar o FC Porto, num embate onde Marco Silva promete não abdicar da sua matriz tática. O técnico encarnado exige “jogadores corajosos” e uma equipa capaz de respeitar a “identidade ofensiva” que tem caracterizado o conjunto da Luz ao longo da temporada. Para materializar esta ambição, o treinador prepara-se para apresentar as suas melhores armas no reduto rival.
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Depois da vitória por duas bolas a zero frente ao Milan, em Itália, compromisso europeu onde o timoneiro operou nove alterações em relação ao duelo anterior com o Gil Vicente, a estratégia passa agora por retomar a base que construiu o sucesso dos últimos resultados. Contudo, as boas indicações dadas na Liga dos Campeões não foram ignoradas.
Daniel Banjaqui, jovem de 18 anos, ganhou crédito em campo. O lateral-direito soube lidar com a pressão e mostrou personalidade, mesmo após ter visto um cartão amarelo aos 77 minutos, o que lhe deverá valer a manutenção da titularidade na defesa encarnada.
No que toca à proteção das redes, adivinha-se uma aposta arrojada pois, Samuel Soares tem vindo a ganhar a preferência técnica em detrimento do internacional ucraniano Anatoliy Trubin nos jogos do campeonato e, esta escolha prende-se essencialmente com a importância que o treinador atribui à qualidade na construção das jogadas a partir do guarda-redes.
Mais à frente, no setor intermédio, também não estão descartadas outras novidades para surpreender o adversário.
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Quanto ao ataque, a ordem é para avançar com força máxima. O quarteto composto por Rafa, Prestianni, Schjelderup e Pavlidis apresenta-se como a principal garantia de que as águias vão procurar assumir as despesas do clássico desde o apito inicial.