Seleção Nacional esmaga concorrência e fixa quase 50% de share na RTP1
A transmissão do Noruega-Portugal liderou de forma absoluta no horário nobre, registando um pico superior a 3,2 milhões de espectadores e ultrapassando largamente as propostas da SIC e da TVI.

A transmissão televisiva do encontro entre a Noruega e Portugal, a contar para a Liga das Nações, transformou a RTP1 no centro indiscutível das atenções dos telespectadores portugueses no domingo, 27 de setembro de 2026.
A partida, que teve início às 19:36, alcançou uma audiência média impressionante de 26,6% de rating, o que se traduz num valor médio de 2 milhões e 639 mil espectadores colados ao ecrã ao longo da emissão. Com uma quota de mercado (share) média de 49,3%, praticamente metade dos portugueses com a televisão ligada durante aquele período acompanhou o duelo da Seleção Nacional no canal público, atingindo um alcance acumulado superior a 4,4 milhões de telespectadores.
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Ao longo do confronto, a curva de audiência revelou uma trajetória ascendente e constante, demonstrando o envolvimento crescente das famílias portuguesas à medida que a partida se desenrolava. Se no apito inicial, por volta das 19:36, o registo arrancou nos 9,1% de rating (cerca de 905 mil espectadores), a fasquia mínima global do programa consolidou-se nos 24,5% de rating e 47,4% de share. A curva culminou num impressionante pico de audiência minuto a minuto registado às 21:43, momento em que a transmissão atingiu os 32,7% de rating, correspondendo a mais de 3 milhões e 243 mil espectadores em simultâneo. Poucos minutos antes, às 21:40, a quota de mercado atingiu o seu máximo da noite, fixando-se nos 56,8%.
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A fidelidade do público revelou-se igualmente notável durante o intervalo comercial que separou as duas partes do jogo. Na pausa de cerca de dez minutos entre as 20:36 e as 20:46, o canal público registou uma audiência média de 22,2% de rating e 40,1% de share, o que equivale a mais de 2,2 milhões de telespectadores mantidos na sintonia da RTP1. A capacidade de retenção demonstrou que o interesse no espetáculo desportivo se sobrepôs à habitual dispersão de público para outros canais durante o período publicitário.
No confronto direto pela preferência dos portugueses, a transmissão do jogo de futebol aniquilou a concorrência dos canais privados, que registaram mínimos históricos nos seus blocos informativos de domingo à noite.
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Durante o horário de sobreposição direta, o Jornal da Noite da SIC fixou-se nuns modestos 4,4% de rating e 8,0% de share, reunindo cerca de 433,5 mil espectadores, enquanto o Jornal Nacional da TVI não foi além dos 4,2% de rating e 7,6% de share, com uma média de 416,7 mil espectadores. Mesmo na faixa seguinte, destinada ao entretenimento de horário nobre, as propostas alternativas da SIC, com Isto É Gozar Com Quem Trabalha a obter 9,9% de rating e 18,5% de share, e da TVI, com o Big Brother All Stars a marcar 7,4% de rating e 13,6% de share, ficaram muito aquém do impacto avassalador gerado pelo futebol na televisão pública.